Entrevistas
Bruno Motta - Vill | Bruno Motta - Vill |
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| Por Reynaldo Trombini | |||||||
| 11 de outubro de 2009 | |||||||
Após a paralisação das atividades da banda mineira Helltown, o guitarrista Bruno Motta aparece novamente no cenário mineiro. O músico trabalhou durante meses e formou a banda Vill, que recentemente começou a divulgar o seu trabalho. Para contar os principais detalhes sobre essa nova empreitada o Metal Clube conversou com Bruno Motta. Acompanhe! Metal Clube - Bruno, parabéns pelo anúncio de sua nova banda: o Vill! Bruno Motta: Obrigado como sempre pessoal do Metal Clube pelo apoio que sempre dão às bandas mineiras! Metal Clube – Você despontou no cenário mineiro com a banda Helltown. Na ocasião o grupo lançou o disco “Lead to Hell”, gravou vídeo clipes e fez shows por alguns Estados. Após um período turbulento a banda anunciou uma tour frustrada pelos EUA/Canadá, trocou de formação e por fim, paralisou as atividades. Afinal, quais os fatores primordiais levaram o Helltown a paralisar suas atividades naquela ocasião?Bruno Motta: Eu sempre estive à frente de tudo no Helltown. E, em 2007, depois da tentativa de uma tour, por problemas pessoais, os membros deixaram a banda. Resolvi montar a banda novamente em 2008 e, depois de alguns shows com a formação composta por Kell Hell (Sacrificed), Leo Lanny (Dinnamarque), Luiz (baterista) e Freddy (baixo), infelizmente precisei dar um tempo nas atividades da banda. Os membros foram saindo e então decidi seguir outro direcionamento musical, principalmente no quesito vocal. Como a banda Helltown era conhecida por ter vocal feminino e nenhum membro antigo estava na banda mais, sendo assim, criei a banda Vill. Comecei esse ano fazendo contatos com o vocalista Lucas Rezende de Uberlândia e com o baterista Caio Gaona de São Paulo para gravarem as novas músicas para o EP. Metal Clube - O Helltown passou por muitos problemas internos. Atualmente, você mantém contato com os ex-membros? Bruno Motta: Sim, com o primeiro baixista San, com o baterista JC, com o baterista Marlon e com a vocalista Kell Hell que encontrei em um show recentemente. Metal Clube - Algumas bandas surgem com gás total no underground, mostram profissionalismo e ao fim acabam por não seqüenciar o que foi planejado. Em MG, temos alguns exemplos, como o Hargos, e o próprio Helltown, por exemplo. De um modo geral, como você avalia esse tipo de situação? Até que ponto isso pode ser prejudicial para a cena? Bruno Motta: Eu poderia jogar o problema para a sempre usual “falta de apoio”, mas o que aconteceu com o Helltown foi principalmente problemas internos. Metal Clube – Vamos falar do Vill. De onde veio a idéia de montar uma nova banda? Bruno Motta: Entrei em contato com o Fernando Lima (Drowned) para fazer a arte gráfica, ele me disse que seria melhor começar outra banda, pois é um material que não tem tanto a característica do Helltown e, por eu estar sozinho fazendo as coisas, seria melhor começar uma banda nova. Metal Clube – Conte-nos sobre os membros que o acompanham na banda. Como foi o contato e porque a escolha por Lucas Resende (baixo e vocal) e Caio Gaona (bateria)? Bruno Motta: Conheci o Lucas Resende pela sua banda Soul Stone. De cara achei o vocal dele muito bom! Depois de várias tentativas frustradas de arranjar uma vocalista, o chamei para gravar e ele aceitou o convite de prontidão. O baterista Caio é free-lance em São Paulo, portanto foi um convite mais profissional. Metal Clube - A banda apresenta uma sonoridade moderna, com influências de grandes nomes do Metal mundial. O Hard Rock oitentista da época de Helltown foi deixado de lado. Explique-nos essa empreitada nesse novo estilo? De onde veio essa intenção? Bruno Motta: Tentei fazer um som mais atual, depois das várias críticas sobre o estilo “datado” que o Helltown adotava. Acho que foi uma evolução do que eu costumava fazer! Metal Clube - No Helltown, você era um dos principais compositores. Em sua nova banda, como funciona o processo de composição e até onde todos têm liberdade para opinar? Bruno Motta: No Vill eu fiz 3 músicas e mandei para o vocalista Lucas dar sua opinião, modificar ou acrescentar o que achasse necessário. Metal Clube – Foram meses trabalhando “no escuro” com o Vill. A banda não divulgou nada em relação ao processo de composição e só optou por aparecer na cena já com um disco gravado. Fale-nos sobre essa estratégia e qual seria o seu principal objetivo? Bruno Motta: Eu queria começar a divulgar o material somente quando tudo estivesse pronto. Várias vezes eu pensei em desistir, pois foi muito difícil fazer tudo praticamente sozinho. Como o Lucas me incentivou bastante a continuar, resolvi criar a banda, seguindo o conselho dado pelo Fernando Lima. Metal Clube – Até onde a “experiência negativa” com o Helltown contribuirá para que não aconteça o mesmo com o Vill? Consegue citar quais seriam as mudanças em termos de ideologia ao se trabalhar como outra banda? Bruno Motta: Agora estou com os pés bem no chão! Éramos muito precipitados e ansiosos para que as coisas acontecessem rápido. Atualmente penso mais em melhorar as falhas que tive e apenas conseguir meu espaço na cena brasileira. Metal Clube – O disco já está pronto. Faça-nos um resumo sobre os pontos positivos desse trabalho e o que podemos esperar de suas canções. Quando ele estará disponível e por onde a banda pretende divulgar o material e tocar? Bruno Motta: Bem, é um EP de 4 músicas onde busquei trabalhar as coisas da melhor maneira possível. Houve a participações especiais como a do guitarrista Alexandre Marques em alguns solos, do tecladista Gustavo Ivan e do pessoal do Wrath Tears nos backing vocals, juntamente com o Rafael Luciano. A mixagem e masterização ficaram a cargo do Alan Wallace e André (Zé Baleia) do Eminence, no estúdio deles, o WZ. A arte gráfica foi feita pelo Fernando Lima (Drowned). Estou começando a divulgação pelo Metal clube, que é um veículo muito respeitado e de grande abrangência no Brasil, além de sempre me apoiarem bastante! As músicas estão disponíveis para audição no Myspace e quem desejar um CD, é só entrar em contato. Metal Clube – E sobre a agenda? Alguma novidade? Bruno Motta: Sobre a agenda, como estamos começando agora e moramos muito distantes uns dos outros, vai ficar um pouco difícil fazer algum show de imediato, mas dependendo do tipo de convite e das condições, podemos nos esforçar para fazer apresentações. Tenho planos de gravar mais um EP no fim desse ano para começar 2010 com um novo material aumentando ainda mais a divulgação do nome da banda, que é o mais importante para se obter convites de shows. Metal Clube – Bruno, chegamos ao fim. Nossa equipe deseja sucesso à banda! Deixe seu recado para nossos leitores e diga o que eles podem esperar do Vill! Bruno Motta: Como sempre, em BH existe aquela corja de invejosos e “críticos” frustrados que se tiverem algo de bom para oferecer à cena, gravem seus trabalhos. A todos os bangers, que apóiem as bandas para criarmos em BH uma cena metal mais forte e unida, pois todos estão no mesmo barco, quer alguns achem que não. Myspace Vill: www.myspace.com/villband
Marlon Ferreira
said:
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| Parabéns Bruno, e vamos chutar as bundas desses zé manés que só sabem babar ovo de bandinha cover de matriz, e de raparigas que ficam gemendo no microfone. Viva o verdadeiro metal, sem firulices e sem viadagens! |

| Um banda ficiticia de Fakes não pode fazer shows... Bruno é patético... |