| Massacration não sobe ao palco em BH |
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| Por Camila Martucheli | ||||||||||||
| 12 de fevereiro de 2006 | ||||||||||||
Massacration não sobe ao palco em BH
Por Camila Martucheli
No último dia 11 de fevereiro , as 21 horas, a banda Massacration, que faz uma sátira às bandas de Heavy Metal, iria se apresentar em Belo Horizonte no Lapa Multishow. A abertura ficaria por conta das bandas belorizontinas Inner Fire, Overdrive, Brave e Seattle Voice. O show começou com a Seattle Voice subindo ao palco com alguns minutos de atraso. Logo vieram a Overdrive, em seguida a Brave e por último a Inner Fire. Enquanto as bandas se apresentavam e o público ainda chegava nos bastidores se concentrava um grande estresse. A banda permaneceu no hotel durante todo o tempo, enquanto a produção aguardava o restante do pagamento do produtor do evento. A banda estava no hotel em BH e não em SP, como algumas pessoas estão espalhando por aí. Telefonemas, idas ao hotel, tentativas de negociação e nada. Problemas com o Ecad, escritório central de arrecadação e distribuição, transporte e alimentação foram se juntando e com o passar do tempo nada se resolvia, apenas se complicava. O que aconteceu foi que a produção do Massacration confiou na produção local, de sair de São Paulo e ao chegar em BH, receber a outra parte de todos os custos descritos no contrato, assinado por ambas as partes.
A produtora do Massacration, a Base 2, com pesar anunciou que não poderia realizar o show mediante o não pagamento de algumas contas, principalmente o cachê e outros pagamentos como o ônibus para o translado da banda, já que eles precisam voltar para São Paulo e até o momento desse anúncio eles não sabiam como voltariam para casa. O Ecad, como já citado, não foi pago também, sendo este uma das contas prioritárias. Lecuk Ishida, um dos produtores da Base 2, disse que depois que toda a situação passou a não ter mais solução o produtor local do show, Rodrigo Angrisano, se postou de uma maneira sincera alegando não ter o dinheiro necessário ao pagamento de tais contas. Porém, Lecuk afirma que Rodrigo teve toda a semana para conseguir o dinheiro ou então para arquitetar “planos B”, o que não foi feito até a hora marcada para a banda subir ao palco. “Infelizmente no Brasil a gente ainda enfrenta essa falta de profissionalismo e de pessoas experientes para lidar com coisas bastante sérias”, desabafa Lecuk. Ele completa dizendo que fazer shows apesar de seu caráter de entretenimento é um trabalho muito sério.
É importante frisar que a equipe que faz um show é composta por pessoas que dedicam sua vida nisso, desde os roudies, empresários e a própria banda. Além dos vínculos comerciais como os patrocinadores e a emissora, MTV, que lançou o Hermes e Renato. Esta situação é muito complicada, pois a produtora tem o dever de assumir uma postura profissional e não fazer o show é um ato de respeito a todos e a própria Base 2 e a banda, já que infelizmente não se pode incentivar esse tipo de anti profissionalismo. Lecuk completa, dizendo que ele deveria ter sido mais rigoroso e não ter confiado no contratante local e evitado essa vinda frustrada à BH, em que todos saíram lesados, não só materialmente como moralmente. Vale lembrar que algumas partes das contas foram pagas, como a casa e 1/3 do cachê. O Massacration apesar de ser uma banda de humor e tendo essa mesma postura, seus integrantes e equipe fazem um trabalho sério. Cada piada e situação que vai ao ar no programa Hermes e Renato e cada situação ensaiada para o show é muito bem medida e pensada. A responsabilidade que o Massacration tem é muito grande perante os fãs, mesmo com a irreverência e a acidez do humor. O trabalho desenvolvido é sério desde a criação dos personagens até a parte mais chata que é o showbussines. A produtora também registrou queixa na Polícia Militar.
Ressarcimento do dinheiro investido pelo púbico
Foi feito um B.O. pelos pagantes no 1° Batalhão da Polícia Militar de número 137813. Segundo orientações dos policiais as pessoas que se sentiram lesadas por ter pagado por um show que não aconteceu pode pegar o B.O e fazer a cópia do mesmo. No final de todo o tumulto que houve, em que o público quebrou as janelas do banheiro do Lapa Multishow, invadiram o bar e fizeram com que o funcionário dele se defendesse com uma faca, e ainda quebraram a mesa de som na tentativa de jogá-la no palco, o ingresso foi devolvido a quem ainda estava presente. segundo matéria publicada no site www.pilulapop.com.br Rodrigo Angrisano disse que esta reunindo comprovantes de pagamentos e informações. Ele promete ressarcir o prejuízo do público também. Novo Vídeo disponível
Massacration não sobe ao palco em BH
Seatle Voice fala sobre Massacration Massacre do Massacration em BH
Celso Alves
said:
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| hum contratam o show de uma banda que nao é uma banda... onde já se viu isso? ahhh... no Brasil xD |

| Com 16 mil dava pra fazer evento underground por umas 7 vezes.. ¬¬ |

| eles são d+ tinha que ter mais shoos amo pra caralho eles |
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