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Gamma Ray e Helloween - BH/MG Imprimir E-mail
Avaliação do Leitor: / 5
PiorMelhor 
Por Rafael Almeida   
26 de abril de 2008
O público mineiro viu na noite da última sexta-feira (18/04), dois grandes nomes do Metal mundial: o Gamma Ray e o Helloween que propiciaram momentos que certamente terão lugar cativo no coração dos fãs.
 

O Helloween começou com este show o sexto mês da Hellish Rock Tour, que conta com o Gamma Ray como “convidado muito especial” na maioria das datas. Esta turnê, a propósito, está sendo extremamente generosa com o Brasil: o país conta com oito datas, sendo, juntamente com a Alemanha (terra natal de ambas as bandas), os países mais visitados da turnê depois dos imensos e poderosos Estados Unidos. Além disso, as oito datas estão bastante bem espalhadas pelo Brasil (duas no Sul, três no Sudeste, duas no Nordeste e uma no Norte), e esperamos sinceramente que o público de todas as cidades corresponda à honra, para continuarmos elevando nossa reputação entre as grandes bandas, na tentativa de atrair shows cada vez maiores para cá.

Fotos: Daniela Nunes Os portões se abriram às X horas e os fãs se depararam com um Chevrolet Hall tematizado: panos pretos desciam do telhado até as arquibancadas, e havia abóboras fluorescentes no stand de venda de bebidas à beira da pista. A expectativa para o show era enorme, e cerca de 10 minutos antes do horário marcado, os fãs já entoavam gritos de “Gamma Ray, Gamma Ray!”, que aumentavam em empolgação a cada nota tocada por algum roadie fazendo os últimos ajustes no som. Cerca de 5 minutos depois, o palco começou a ser preenchido com fumaça, para delírio do público, e sem atraso em relação à hora marcada as luzes se apagaram e se podia ouvir as primeiras notas da introdução “Welcome”: o espetáculo ia começar.

O primeiro a saudar os fãs naquela noite foi Dan (Zimmermann, baterista), que chegou pela frente da bateria, acenou para os fãs e então sentou-se em seu instrumento para completar o último movimento da canção de abertura. Em perfeita sincronia, a ótima “Into The Storm” começa com o restante da banda adentrando o palco todos ao mesmo tempo. Kai Hansen (vocal/guitarra), Henjo Richter (guitarra) e Dirk Schlächter (baixo) rapidamente assumiram seus postos no palco, sob vários tipos de saudação: os fãs gritavam o nome dos músicos, da banda, ou simplesmente em exasperação, enquanto mantinham as “mãos chifradas” erguidas em reverência e admiração à banda.

Sem parar, o Gamma Ray tocou “Heaven Can Wait”, deixando para a platéia a tarefa de cantar a maioria dos refrões, tarefa esta muito bem cumprida pelos fãs, que agitavam sem parar o tempo todo, e que rendeu ao final da música sonoros elogios à cidade. A platéia entoava animadamente “Hansen! Hansen!”, e este, sempre sorridente, agradeceu à galera em forma de gestos antes de começar “New World Order”.

Esta e a próxima música, “Fight”, continuaram bem acompanhadas pelos fãs, cuja animação não dava sinais de diminuir. Ao final, pequeno intervalo, e Hansen, sozinho no palco, tenta dizer alguma coisa, mas é interrompido por novos gritos de “Gamma Ray! Gamma Ray!”. Depois de admirar a cena por alguns momentos com nítida expressão de alegria, o vocalista anuncia que tocarão uma música do novo álbum, e surge “From The Ashes”, que mesmo com o lançamento recente do álbum, foi largamente acompanhada pela platéia (assim como a abertura “Into The Storm”).

Com uma curta introdução de sampler acompanhada pela guitarra de Hansen, surge “Valley Of The Kings”. Kai e Henjo fazem duetos de guitarra muito bonitos, tanto musical quanto esteticamente, acompanhados com freqüência pelo baixista Dirk, os três coreografando juntos, sempre com uma expressão de grande felicidade. Durante a parte lenta, Hansen pede ajuda à platéia para acompanhá-lo, e foi largamente atendido. Ao final, o vocalista agradece à platéia, em Português, e anuncia um grande clássico da banda, e um momento esperado com ansiedade por muitos fãs: a épica “Rebellion in Dreamland”, obviamente muito bem recebida por todos os presentes, com o glorioso final (“Have no fear, Rebellion is Here”) que foi cantado por todos, tanto da banda quanto do público, um dos momentos mais emocionantes de todo o show.

Mas os grandes lances do show não haviam acabado, e foi em “Heavy Metal Universe” que aconteceu o que foi provavelmente o ápice do show dos alemães: a canção fortemente pró-metal, além de uma das mais acompanhadas pelo público, contou com forte interação entre a banda e a platéia. Aproximadamente no meio da música, Hansen aparece trajando um colete preto, boina e óculos escuros, no melhor estilo motoqueiro (ver a cena de Easy Rider no artigo Grandes Momentos Rock ‘n Roll do Cinema), e pergunta se a platéia estaria pronta para “cantar um pouco de Metal”. Depois de executar várias performances vocais para a platéia tentar repeti-lo, o vocalista dividiu as “três palavras mágicas” (heavy-metal-universe) entre a pista e as arquibancadas do Chevrolet Hall, encorajando a platéia a repetir o refrão até eventualmente serem acompanhados pelo resto da banda, com uma expressão maravilhada pelo verdadeiro hino que os mineiros fizeram da música.

 Fim da canção, palco escuro e apenas Hansen aparecia, iluminado por um holofote. O vocalista então perguntou: ‘Are you ready to “Ride The Sky”?’. A platéia obviamente estava, e o clássico da era Helloween de Kai Hansen fechou muito bem esta primeira parte do show acompanhado por uma platéia empolgadíssima.

Pequeno intervalo, mas a platéia não perdeu tempo e começou a chamar pela banda logo depois de as luzes se apagarem. Sem muita pressa, o Gamma Ray voltou, e disse que tinha mais uma música para nós. “Send Me A Sign” fechou o show da banda, música que tem sido tradicionalmente o encore da turnê, tocada na apresentação com uma introdução acústica. Em final empolgante, podíamos perceber referências musicais a algumas músicas do repertório da noite enquanto Dan enlouquecia na bateria e o resto da banda tocava seus instrumentos girando o braço como em um moinho de vento. Os alemães agradeceram o carinho da platéia (‘Thank you for loving us!’), e juntos se curvaram várias vezes para o público que os aplaudia. Kai Hansen ainda pulou para a área que separava a grade do palco, fazendo o delírio dos fãs, e a banda deixou o palco (mas não pela última vez, como veremos adiante) certamente com a sensação de dever cumprido.

 Mesmo com o Helloween como headliner da noite, o Gamma Ray fez um show memorável, sem nenhuma cara de convidado. A banda mostrou competência, alegria e entusiasmo, e mesmo os fãs que compareceram com o intuito de ver o segundo show certamente abriram um sorriso com as ótimas canções dos speed metallers.

As luzes se acenderam para o intervalo antes do show do Helloween. Alguns fãs aproveitaram para ir aos banheiros ou comprar alguma bebida, e alguns desafortunados que tiveram de trabalhar até mais tarde na sexta ainda chegavam, mas a maioria dos fãs permaneceu em seus lugares, alguns assentados na pista recuperando as forças para o show que ia começar. A bateria do Gamma Ray foi retirada, mas o banner de fundo permaneceu, e podia-se ouvir o som dos roadies testando a bateria, mesmo que não pudéssemos ver nenhuma no palco. Obviamente o Helloween teria alguma surpresa para nós em seu palco.

Fotos: Daniela Nunes Pouco antes das 23 horas, os alto-falantes começavam a tocar “For Those About To Rock” (AC/DC), um verdadeiro hino (praticamente uma oração) do estilo: poucos entenderam, perceberam ou se importaram, mas a apresentação do Helloween tecnicamente se iniciava naquele momento. Quase no final da música, as luzes se apagam antes de ouvirmos “Walls Of Jericho”, que pareceu definitivamente marcar o começo do show. O banner do Gamma Ray é levantado e revela o que o Helloween deixou para mostrar no último momento: um palco muito mais produzido, com uma alegoria do boneco que enfeita a capa do mais novo CD da banda, “Gambling With The Devil”, capa esta que aparecia por completo no banner de fundo e a enorme bateria num stand elevado do palco, em destaque.

A banda entra no palco com o começo da antiga “Halloween”, e desde o primeiro momento, parecia muito claro que o Helloween teria um sensacional show pela frente, com o público em total catarse coletiva, que se esquecia completamente o que se passava ao redor de si e se dirigia berros ao palco em saudação aos verdadeiros ícones do Heavy Metal mundial. O carisma dos veteranos Andi Deris (vocais), Michael Weikath (guitarra) e Markus Großkopf (baixo) e dos relativamente novatos Sascha Gerstner (guitarra) e Dani Löble (bateria) é simplesmente inegável. Sascha, já completamente entrosado com a banda musical e performaticamente, e Markus chamaram a platéia para agitar e cantar junto o tempo todo. Deris, sem a responsabilidade da guitarra como Kai e com tempo livre de sobra nas partes instrumentais, aproveitou para brincar com a platéia, jogando garrafas d’água para o lado que gritasse mais alto. Weikiath manteve sua expressão sisuda e séria com o cigarro na boca, não participando tanto das brincadeiras de palco quanto seus companheiros. Mas essa característica do guitarrista já é conhecida por todos, e mesmo assim algumas vezes ele deixava escapar um ou outro sorriso de satisfação.

O Helloween não perdeu tempo e já executou um de seus maiores clássicos logo de cara: “Sole Survivor” surpreenderam alguns, mas obviamente agradou a todos, que cantaram animadamente a letra praticamente toda. Tivemos então “March of Time”, também com ótima resposta da platéia.

O show segue com “As Long As I Fall”, do novo álbum, com a introdução cantada pelo guitarrista Sascha. A música é mais cadenciada, dando certo descanso para a agitação dos fãs. Mesmo assim, e a despeito do fato de ser uma música nova, o público a acompanhou vivamente, especialmente nos refrões. Ao final da música, Markus levanta uma bandeira brasileira, para delírio dos presentes. Deris pede a bandeira e a amarra na cintura, e pergunta: “Am I fashion?”, continuando a trajar a bandeira praticamente pelo resto do show.

Para continuar recuperando as energias dos fãs (e da banda), uma balada assumida: “A Tale That Wasn’t Right” mostrou uma bela performance de Deris nos vocais (como já era esperado), e o acompanhamento do público não foi unânime, mas esteve presente. Para voltar a “botar fogo” nos fãs, ouvirmos uma versão estendida de “The Bells Of The Seven Hells”, com Deris convidando a platéia a cantar o refrão repetidas vezes. E mesmo sendo nova, a música foi acompanhada e aplaudida como se já fosse um sucesso antigo.

A banda se recolhe do palco e as luzes são apagadas. Vimos então as baquetas fluorescentes verde limão de Dani aparecerem sozinhas, e então a enorme bateria é iluminada, e o baterista desencadeia um solo cheio de técnica e feeling em meio a vários efeitos de luz, e foi muito aplaudido pela platéia mineira, que estava realmente muito animada.

Voltando ao palco, Deris anuncia que vão tocar uma música de “Keeper II” (The Keeper of The Seven Keys II), e pergunta se a platéia se lembra de “Eagle Fly Free”. Claro que todos se lembravam de um dos maiores clássicos da banda e esse foi um dos melhores momentos do show, com a platéia vibrando muito para o solo de baixo de Markus. Em seguida, vieram “King For A Thousand Years” e a mais cadenciada “If I Could Fly”, de belo refrão e novamente muito acompanhada pelo público.

A primeira parte do show já estava terminando e Deris pergunta aos presentes: ‘Vocês estão cansados? Vocês agüentam mais uma? Ou eu devo chamar... o “Dr. Stein”?’, e a platéia foi à loucura com uma das músicas mais divertidas, cativantes e conhecidas do repertório da noite.

A banda então se recolheu, mas a platéia sabia que haveria mais coisa pela frente e começou a chamar os músicos de volta ao palco. O Helloween executou um medley com as melhores partes de “I Can”, “Where The Rain Grows”, “Perfect Gentleman”, onde Andi Deris apresentou a banda, que exibia suas habilidades em seus respectivos instrumentos quando eram citados. Michael Weikiath pediu a participação do público em seu solo, e Deris foi apresentado pelo guitarrista Sascha antes de retomar o refrão. A coletânea continuou, sem parar, com a ótima “Power” e a clássica “Keeper Of The Seven Keys”, muito bem acompanhadas pelo público. Claro que muitos queriam ouvir uma ou mais dessas músicas na íntegra, mas para compensar, ainda teríamos mais um momento histórico a presenciar.

O grande momento do show havia chegado, e os membros do Gamma Ray aos poucos entravam no palco para a execução de “Future World”, outro sucesso que se tornou hino. Kai Hansen cantou o verso inicial, para delírio do público que admirava, maravilhado, a cena histórica. O solo foi executado simultaneamente pelos quatro guitarristas presentes no palco, que alinhados com os dois baixistas, formavam um amontoado de instrumentos de cordas no meio do palco executando a conhecida coreografia, embora Kai Hansen parecesse meio lerdo e só ‘entrasse no passo’ depois de alguns momentos.

Como se não bastasse, ainda tivemos “I Want Out”, que ficou com a honra de fechar o show. A conhecidíssima canção foi cantada do início ao fim por todos, que provavelmente já entendiam que a apresentação ia, finalmente, atingindo seu final.

O Helloween e o Gamma Ray fizeram shows sensacionais que vão ficar na memória dos fãs. Com um som relativamente bom no local, podia-se ouvir com definição todos os instrumentos (menos os backing vocals, mas o público preenchia essa lacuna admiravelmente), e os volume boosts dos solos de guitarra permitiram que os fãs prestassem atenção nos detalhes (uma característica dos fãs do estilo). Parabéns também à produção, que realizou o show sem atrasos e sem contratempos (pelo menos visíveis)

O público, completamente enlouquecido, deu um espetáculo à parte, cantando animadamente o repertório e participando das brincadeiras das bandas. Em vários momentos pudemos ver algum músico olhando maravilhado para a platéia mineira, conhecidamente apaixonada. Esperamos que isso se repita mais vezes, para que Belo Horizonte continue a melhorar sua reputação em sua jornada por shows maiores por aqui.

Setlist – Gamma Ray

  • Welcome
  • Into The Storm
  • Heaven Can Wait
  • New World Order
  • Fight
  • From The Ashes
  • Valley Of The Kings
  • Rebellion In Dreamland
  • Heavy Metal Universe
  • Ride The Sky
  • ENCORE – Send Me A Sign

Setlist – Helloween

  • For Those About To Rock (AC/DC)
  • Walls Of Jericho
  • Halloween
  • Sole Survivor
  • March Of Time
  • As Long As I Fall
  • A Tale That Wasn’t Right
  • The Bells Of The Seven Hells
  • Solo de Bateria
  • Eagle Fly Free
  • King For A Thousand Years
  • If I Could Fly
  • Dr. Stein
  • ENCORE – Medley: I Can, Where The Rain Grows, Perfect Gentleman, Power e Keeper Of The Seven Keys
  • ENCORE – Future World (com o Gamma Ray)
  • ENCORE – I Want Out (com o Gamma Ray)

 

Comentários
por Daniela Nunes

Fotos: Daniela Nunes Suspeita para falar de Helloween? Sim, já que sou muito fã da banda. De Gamma Ray? Nem tanto. Mas a questão aqui é passar as minhas impressões pessoais do show, deixando de lado um pouco o rigor jornalístico e a imparcialidade.

Sem dúvidas, esse foi um dos melhores shows que já fui. Só para se ter uma idéia, eu que não gostava muito de Gamma Ray, com a apresentação deles passei a admirar os caras. Era nítido o prazer deles em estar ali, tocando músicas do passado e do atual trabalho. Isso foi comum em ambas apresentações e inclusive, em questão de empolgação, de interação, Gamma Ray e Helloween estão empatados. Ponto extremamente importante e louvável. Depois de tanto tempo na estrada, continuar com um carisma incrível e inabalável no palco, é para poucos e faz toda a diferença. Me lembro do show do Blind Guardian no ano passado. Apesar de gostar muito da banda e ver que ela ainda continua com muita competência, devo reconhecer que a apresentação me soou um pouco fria, num clima de execução de um trabalho. Isso é decepcionante para os fãs que esperam tanto ver seus ídolos. No entanto, como o caso não é esse, vou voltar ao assunto.

O que realmente me impressionou nesse show foi o entusiasmo de Andi Derris. O cara se mostrou muito performático. Gesticulava com as mãos, fingia tocar guitarra e teclado, dava socos no ar na direção de Sascha Gerstner no ritmo da bateria, corria de um lado para outro, enfim, não parava um minuto, sempre sorrindo muito e fazendo brincadeiras com os demais membros. Essa descontração no palco foi uma das coisas que mais transmitia alegria e conferia ao show uma emoção bem particular e verdadeira.

Quanto às músicas executadas, devo falar que algumas geraram certa surpresa em alguns fãs. Pelos comentários que ouvi, muitas pessoas, em hipótese alguma, esperavam que a banda tocasse “Sole Survivor” entre as primeiras ou “If I Could Fly”. Inesperadas ou não, elas prejudicaram ou se destoaram do contexto do show que desde o começo se propôs a ser algo com várias voltas ao passado intercaladas a elementos do presente.

Ouvi críticas de que medleys foram mal trabalhados e sinceramente, não concordo essa opinião. Na verdade, eles assumiram um tom de improviso em um ou outro ponto na mudança entre as músicas, no qual se percebia um leve, muito leve, “tropeço” no tempo de entrada da canção seguinte. Só isso.

Dentre tantos fatos, tenho certeza que duas cenas dessa noite não sairão da minha cabeça tão cedo: a de Andi Derris amarrando a bandeira do Brasil na cintura e depois, na segunda metade da noite, ele entrando no palco vestindo um casaco vermelho brilhante e segurando uma bengala semelhante a do boneco da capa do novo CD do Helloween. Esse momento simbolizou a própria encarnação do personagem do álbum que comanda o rumo do jogo e começa e termina as jogadas, no caso do vocalista, as canções.

O final da noite foi excelente: as duas bandas tocando juntas, encerrando o que para muitos foi o melhor show de suas vidas.
 
 
Comentarios (5) >>

visitante said: _

  eu hein, desde qndo dar opinião é vulgar???
maio 05, 2008

Fernanda said: _

  nao gostei do texto..muito acho também muito vulgar a autora colocar sua opinião no texto! não concordo com o cometario abaixo! mas com os dois iniciais..fui ao evento!! muito bom!!
abril 30, 2008

Gabriel Soares said: _

  Engraçado... eu não vejo desse jeito. Acho q comentários são validos já que eles tbm são uma forma de análise. Alem disso, a autora deixou claro desde o começo q ia apenas mostrar seu ponto de vista sobre, justamente, o conteudo do show. Não vejo problemas nisso.
abril 30, 2008

Joel said: _

  E o que eu tenho haver com a paixao da autora pelo grupo!
Vamos nos reter ao conteudo!
abril 26, 2008

ALEXANDRE SANTOS said: _

  A resenha ficou até boa! Mas francamente
Comentarios por Danila Nunes..
Me polpem.. Aprende a escrever moça! Jornalista nunca cola sua opinião pessoal no texto..Começou a cair o nivel de novo..
abril 26, 2008
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