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Epica: BH/MG - Brasil | Epica: BH/MG - Brasil |
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| Por Equipe | |||||||
| 16 de dezembro de 2005 | |||||||
SILENT CRY, TUATHA DE DANANN E EPICARevisão: Ligia Farnezi Sábado, dia 10 de dezembro. Manhã e tarde ensolaradas. Expectativa para a noite que prometia com Silent Cry, Tuatha de Danann e Epica! Às 19 horas a porta do Armazzem 841 encontrava-se lotada. Para a tristeza de todos (principalmente das que tinham arrumado os cabelos), uma chuva forte começa, e colabora para o aumento de nervosismo das pessoas. Um atraso úmido! Aproximadamente 40 minutos de espera, com a companhia de fortes pingos de chuva. Por volta das 21 horas, finalmente, a entrada foi liberada. Lá dentro, mais espera. O relógio marcava 21:47 quando o Silent Cry subiu no palco. Palmas para Sandra Félix! Fantástica performance. Acompanhada dos músicos que mostraram envolvimento no show, não foi difícil concentrar unicamente nas músicas, e em mais nada. A banda tocou músicas de toda sua carreira, desde os sucessos do primeiro Cd, como “Illusions of Perfection”, até novos sons como “Suffocated In Darkness” (que inclusive conta com um vídeo clipe). Num dueto incrível entre o soprano de Sandra (com um show a parte em “Enigmatic”) e o gutural de Dilpho, o Silent Cry se firma como um grande expoente do gothic metal. O show termina e mais alguns minutos de espera. Em seguida, a equipe da banda Tuatha de Danann começa a se movimentar no palco e o público já se anima. A flauta de Bruno Maia abre o show! Tuatha chega tocando “The dance of the little ones”. O público cantou junto “Tan Pinga Ra Tan”, a antiga “Tingaralatingadum’; relembraram “Battle´s Song”; se exaltaram com a tão popular “Finganforn”; apreciaram a participação de Diniz cantando “The Last Words” e curtiram o rock n’ roll de “Rockin’ in a Free World” do Neil Young, que contou com a presença do roadie da banda na guitarra. Um show que BH aguardava desde o BH Metal Rock. Após uma bem sucedida turnê européia e a apresentação curta, porém animada no Live”n Louder, o show mostrou porquê o Tuatha de Danann é uma banda que a cada dia cativa mais fãs Até mesmo os pais que acompanhavam seus filhos, apreciaram, de longe, a performance da banda, e mesmo dessa forma tímida era possível perceber que eles acabavam caindo no ritmo. Como de praxe, após o show, a banda se misturou ao público e aquela hierarquia artística foi absolutamente inexistente. Os fãs tiraram fotos, pediram autógrafos e conversaram com todos da banda. Logo após podíamos também encontrar o pessoal do Silent Cry no grupo, cheio de fãs em volta. Digníssimo o show, “Believe: It's True!”. O dia 10 acabava quando o Epica subiu ao palco do Armazém 841. Em sua primeira apresentação na capital mineira, a banda veio apresentar os sucessos dos cds “The Phantom Agony” e “Consign to Oblivion”, além das músicas do single “Quietus” e do EP “Solitary Ground”. Primeiro subiram os rapazes da banda, Mark Jansen (guitarra e vocais), Ad Sluijter (guitarra), Jeroen Simons (bateria), Yves Huts (baixo) e Coen Janssen (teclados), para introduzir com “Hunab’Ku”, e preparar o público para a entrada da belíssima Simone Simons (vocal) para a execução perfeita de “Dance of Fate”, que cativou imediatamente o fanático público mineiro. Em seguida, “The Last Crusade” veio arrebatadora, mantendo o agito do público. Os músicos apresentaram uma boa presença de palco e interação com o público. “Obrigado”, diz Simone, e após um pequeno diálogo em inglês, onde disseram ser bom estar no Brasil pela primeira vez, e que pretendem voltar sempre, e perguntando se estávamos prontos para o show. Todos gritam que sim, e então um dos maiores hits do Epica vêm abalar o coração dos fãs mais enlouquecidos. “Sensorium” tem peso e tem clímax. Tem tudo o que uma música precisa para levantar o público. E é exatamente o que se viu nesse dia. Um coro que quase superava a voz de Simone e o gutural forte e às vezes rasgado de Mark. O espetáculo prosseguiu com “Mother of Light”. Com o belo duo de vozes de Simone e Mark cantando juntos, e a constante interatividade de Ad e Yves com o público, a música aqueceu o público para a “Seif Al Din”. Um potente vocal de Mark na maior parte da música, com o suave toque de Simone em algumas partes, uma forte bateria e uma atmosfera interessante, incluindo uma longa fala durante a música. A aclamada “Illusive Consensus”, adorada por muitos fãs, mostra um bom trabalho da banda, muito entrosada em palco. Depois de tanto peso e agitação, o público precisava de um pouco de calma. Simone anuncia uma balada para acalmar os corações dos fãs (ou deixá-los ainda mais incontrolados) “Linger” é o nome da música, executada por Simone e Coen. “Quietus” e “Blank Infinity” deram continuidade ao espetáculo da noite. A primeira apresenta uma sonoridade com certos ares celtas, muito interessantes ao vivo. A tradicional saída do palco e o retorno triunfante com, provavelmente, a música mais aguardada da noite. “Cry For The Moon”, o grande hino do Epica, com certeza. Mesmo sem a presença do coral e dos outros instrumentos, alguns samplers fizeram sua parte, mas todo o peso da música não se perdeu, graças ao pesado toque de cada integrante, principalmente de Mark e Jeroen. Coral para quê? Todo o público cantava junto com a banda!Dançar no palco é uma tradição entre as vocalistas do gênero. Nesse ano, já vimos Vibeke e Floor dando o ar da graça nos palcos de BH, e dessa vez Simone veio mostrar sua sensualidade. E também sua veia headbanger. Muitos ficaram boquiabertos vendo Simone Simons bater cabeça como poucos fazem! Numa velocidade impressionante e uma técnica admirável! Uma frontwoman de respeito. “The Phantom Agony”, um épico de 9 minutos, dava a entender que a apresentação se encerraria ali. Ledo engano. A belíssima “Solitary Ground” (apresentada no Jô Soares) surpreendeu Simone e Coen (novamente num belo dueto de voz e teclados). Os fãs cantavam como se conhecessem a música há anos! “Consign to Oblivion” do cd homônimo, ficou encarregada de fechar a bela apresentação dos holandeses. Após o show, a banda, muito simpática e nada “estrelinha”, distribuiu autógrafos para os fãs. Um pouco de tumulto, é claro, mas nada que saísse do controle. Eles voltam, com certeza. Belo Horizonte novamente mostrou porque é uma cidade que revela grandes expoentes do Heavy Metal: animação do início ao fim. Obrigado à Avernus Records pelo apoio na cobertura do evento e ao Dilpho por conceder a chance de cobrirmos um evento desse porte. Obrigado ao Silent Cry, ao Tuatha de Danann e ao Epica, por nos proporcionar um espetáculo desse nível de excelência musical.
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said:
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| eu adoro a simino pra mim ela é tudo |

| foi muito mal essa chuva que pena |
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