Entrevistas
Aquiles Priester | Aquiles Priester |
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| Por Guilherme Mitre | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 07 de janeiro de 2008 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Sendo um dos maiores nomes do Heavy Metal nacional e mundial na
bateria, Aquiles Priester é um genuíno exemplo que construiu sua
carreira às custas de seu talento e dedicação. Apesar de seu trabalho
de mais de 20 anos como baterista, seu nome só chegou ao grande público
em 1999, quando assumiu as baquetas do Angra. Daí em diante, Aquiles mostrou a todos suas qualidades e hoje se
configura uma referência para muitos estudiosos da bateria, dos dois
bumbos ou dos gêneros de música pesada.
E mesmo após atingir níveis extraordinários como músico, já que desde então, lançou um DVD só seu, um método de bateria e ser um professor bastante procurado, Aquiles continua humilde, atencioso e simpático. É exatamente isso que pode ser visto nessa entrevista exclusiva ao Metal Clube, em que o baterista fala dos seus atuais projetos, planos futuros e sua vida tanto nas bandas Angra, Hangar e Freakeys.
Metal Clube: Olá, Aquiles! Antes de qualquer coisa, obrigado pela entrevista! Aquiles Priester: É um prazer! Obrigado a todos vocês. MC: Você acabou de lançar um livro para bateristas e / ou estudiosos do seu trabalho chamado “Inside my Psychobook”. O que você achou tanto do resultado geral do livro como da receptividade dos fãs e leitores? AP: A receptividade no seu lançamento na Feira da Música de São Paulo foi sensacional. Era um material que faltava no mercado brasileiro e esse método é a minha resposta a todas as perguntas que já respondi em workshops sobre o domínio dos dois bumbos e velocidade. Nesse livro estão 100 grooves de dois bumbos personalizados e por isso posso garantir a qualidade do material. MC: O livro aborda exclusivamente a técnica de dois bumbos e isso é muito coerente, já que essa é uma de suas marcas mais latentes. Você pretende, no futuro, lançar algum livro abrangendo mais técnicas? AP: Sim! Pretendo agora lançar um DVD explicando músicas do Hangar e do Freakeys e ainda falar sobre carreira musical e dar dicas e exercícios para o desenvolvimento na bateria de forma geral. MC: Nessa obra, existem 100 levadas, cujas quais estão ainda em um CD, com todas elas gravadas e executadas por você. Essa idéia visa aproximar também o baterista mais iniciante na leitura ao universo do estudo técnico-teórico? AP: Sim, pois dessa forma o estudante pode optar na hora de estudar o método. Ele utilizará a opção que lhe parecer mais acessível. MC: Você sempre foi muito ativo na função de ministrar workshops. Como têm sido os últimos, onde você utiliza o kit da Mapex com sua assinatura? Existe alguma data marcada para Minas Gerais? AP: Agora tenho me dedicado mais a agenda do Hangar. Só estou fazendo workshops nas cidades que tenho shows marcados. Estou utilizando meu kit Mapex Signature que agora está com novo visual, com o PsychOctopus desenhado em cada peça. Quanto a alguma passagem minha por Minas Gerais, certamente o Hangar irá ver os mineiros muito em breve. MC: Aquiles, seu trabalho no Hangar também anda bastante vivo e vocês acabaram de lançar o novo CD – “The Reason of Your Conviction”. Como foi gravar agora com a nova formação da banda, em que o vocalista Michael Polchowicz deu lugar a Nando Fernandes, e o que os fãs podem esperar do novo disco? AP: Nunca me senti tão satisfeito depois de ver um disco pronto em toda minha vida musical. A gravação ocorreu de forma muito tranqüila e a voz do Nando nos deu muita motivação para finalizar o material, já que a maior parte do repertório já tinha sido composta e até gravada em versão demo pelo Michael. Os primeiros shows foram sensacionais e agora estamos muito ansiosos pela continuidade desse trabalho. A atmosfera na banda está muito boa e estamos passando por um excelente momento. MC: “The Reason of Your Conviction” é um álbum conceitual e aborda questões da mente de um personagem adormecido que, ao acordar, se vê enfrentando novas barreiras e enxergando a vida por um novo prisma. Por que a proposta de gravar um disco conceitual e com uma temática tão profunda? AP: Simplesmente para desafiar um pouco os limites da própria banda. Essa idéia apareceu num jantar da banda ainda em 2002 e devido aos compromissos de todos, nós só conseguimos por em prática essas idéias no começo de 2004. Nesse disco, os integrantes da banda se superaram e muito individualmente, mas acho que a maior diferença é a maturidade das nossas composições. Preocupamos-nos muito com o resultado do disco e do conceito como um todo. Tudo está ligado, as fotos promocionais, o clipe, o site, o palco, as roupas, as músicas e as letras. Vou repetir uma frase que o Vitão Bonesso (baterista) falou uma vez numa entrevista: “Para uma banda dar certo, os caras têm que respirar banda 24 horas por dia”, e é isso que temos feito desde que o disco saiu no Japão, em julho do ano passado. Lá o disco já é um grande sucesso e ficamos em décimo sexto lugar dos discos mais vendidos do terceiro trimestre de 2007. Jamais esperávamos isso, ainda mais lá no Japão, onde existem milhares de lançamentos todos os anos... Espero que isso seja apenas o começo... MC: Nesse disco, você é o único responsável pelas letras que, inclusive, são bem interessantes. No Hangar você já escreveu algumas coisas, mas, para muitos fãs, essa atividade sua é inédita, já que no Angra isso nunca aconteceu. Por que essa atuação tão intensa nas letras do Hangar e não no Angra? AP: Porque isso nunca foi permitido no Angra. Eu escrevo desde o colegial e quando estávamos compondo o Rebirth, tinha manifestado interesse em escrever algumas letras, mas isso já tinha sido definido e só uma pessoa escreveria as letras na banda. No Aurora Consurgens, após uma reunião que ouvi muitas coisas que tenho até vergonha de lembrar, outras pessoas puderam escrever, mas isso gerou um clima muito tenso. Quando um disco é feito num clima tenso, cada vez que se ouve aquele material, a pessoa volta a viver tudo que aconteceu naquela época. No Hangar todos têm liberdade para compor e isso nos faz uma banda com interatividade e cumplicidade. Todos têm a mesma participação nas composições e não importa quem trouxe o embrião da música. Eu acho que a música só toma forma quando cada integrante põe sua marca registrada. Se a “Call me in the Name of Death” é uma das músicas que as pessoas mais gostam no disco, é porque o Fábio compôs linhas de teclados maravilhosas para ela, o Martinez executou guitarras pesadas e um solo que pode ser considerado a extensão da música, o Mello tocou uma linha de baixo que a música precisava, colado nos meus arranjos e sem se preocupar se lhe parecia simples demais ou não e o Nando, cantou como se pudéssemos ouvir seu coração interpretando cada palavra. Se eu fizer uma boa letra, tenho certeza que ela só terá a exposição adequada se todos os outros integrantes da banda fizerem muito bem a sua parte e preocupando-se sempre com a música em primeiro lugar. Não vejo nenhuma razão para um integrante receber mais que o outro se a música composta por todos. Dividimos tudo igual. Para sermos mais justos uns com os outros, mudamos até os percentuais que são estabelecidos pelo mercado por letra e música. Como sou o único membro fundador da banda, me sinto na obrigação de fazer com que todos os integrantes se sintam parte da banda e jamais quero ver alguém se achando injustiçado. Já sei como fazer para uma banda ter problemas nesse aspecto e não quero isso para o Hangar. Eu acho muito difícil uma banda lançar três discos interessantes se a composição não for feita por todos os membros. Isso faz com que a banda faça um disco de verdade e não se preocupe com as assinaturas das composições. MC: O disco foi produzido por você, tal qual o anterior “Inside your Soul” e teve na co-produção Heros Trench e Marcello Pompeu, do Korzus, além de Fábio Laguna, tecladista do Hangar. Como é ter como parceiros de produção um colega de banda e dois membros de um grupo de Trash Metal, como o Korzus? AP: Eu e o Fábio temos muita afinidade no sentido mais amplo dessa palavra. Além de nos admirarmos como músicos, somos grandes amigos também e isso facilita muito as coisas, pois o respeito está sempre em primeiro lugar. Na verdade, isso se estende para toda a banda, já nos conhecemos há muito tempo e fazemos questão de abrilhantar ainda mais as qualidades de cada um. Logicamente todos têm seus defeitos, mas perto das qualidades, eles tornam-se insignificantes. Voltando à produção, o Heros e o Pompeu são pessoas que se tornaram cúmplices de todos os nossos crimes sonoros (risos). Eles têm uma grande responsabilidade no resultado final desse trabalho, pois eles não mediram esforços para extrair o melhor da banda. Nessa produção, deixamos nossas vaidades de lado e fizemos o melhor para as músicas. Só pensamos nisso! MC: As participações especiais no CD são bem diversas e ecléticas, para não dizer curiosas. Vocês convidaram nada menos que Arnaldo Antunes, Vitor Rodrigues (vocalista do Torture Squad) e Antoniela do Canto (locutora do canal por assinatura HBO). Comente a escolha e a participação de cada um deles. AP: Eu vi o Arnaldo Antunes gravando uma narração num estúdio de um amigo meu e me impressionei muito com a sua interpretação. Assim que ele terminou, perguntei para ele: “Você já gravou alguma coisa num disco de Heavy Metal?”, e ele disse: “Não... Me chama que vou”, (risos). E foi bem assim, um belo dia ele passou no estúdio e gravou cerca de cinco takes para escolhermos. Quando ele grava, ele entra num mundo só dele e isso me fascinou muito. Quando falei para a banda que teríamos a sua participação, ninguém acreditou. O Vitinho já tinha participado da demo do disco, cantando junto com o Michael. Hangar e Torture Squad são bandas irmãs!!! Já a Antoniela é amiga da minha esposa e quando falei da idéia de colocar uma voz feminina narrando algumas coisas, minha mulher, a Patrícia, disse que tinha a pessoa certa. Até a própria banda ficou surpresa com o resultado da música “Just the Beginning”, pois eu e o Fábio preparamos os acordes mórbidos e eu acompanhei a gravação das vozes, frase por frase e pedia para a Antoniela interpretar as frases de formas bem diferentes. Na hora de selecionar as frases, me tranquei numa sala escura e fiz todos os cortes... Procurei o clima certo para cada frase, para que a música tivesse aquela atmosfera. MC: Como você mesmo falou, o álbum já teve excelente repercussão na mídia internacional, como no Japão, sendo um dos mais vendidos por lá e com belas notas em revistas como na também japonesa Burrn!. O que você tem a dizer sobre esse reconhecimento tão expressivo? AP: Cara, posso dizer que isso é mérito da banda toda, que sempre acreditou no que estava fazendo e se dedicou de forma única. É a hora que podermos pegar o disco, olhar para ele e dizer: “Valeu a pena!!!”. Ainda escuto todos os dias e me encho de orgulho... Não será fácil criar o sucessor do “The Reason of your Conviction”... MC: O Hangar está se preparando agora para a tour mundial. Quais são as expectativas, já que essa será a primeira experiência “global” da banda? AP: Tudo ainda está sendo visto pelo nosso empresário europeu e em breve poderemos divulgar algo mais concreto. De qualquer forma, sabemos que o mercado não está fácil e com isso estamos na batalha acreditando no nosso trabalho. A única certeza que temos é que queremos tocar e mostrar a banda em seu ápice, na melhor forma possível. O que posso garantir a todos é que essa banda tem muita energia ao vivo e que todos ficarão surpresos com a qualidade do nosso show. Nossa dedicação é plena. MC: Falando ainda da turnê, a parte internacional dela começou no Paraguai, onde ocorreram, além do show do Hangar, um workshop seu. Como foi realizar dois eventos internacionais para um povo tão caloroso como o latino? AP: Foi muito animal. O povo latino de forma geral é o mais animal. Fomos recebidos por pessoas muito profissionais e de forma muito amistosa. O público participou de um jeito único e acredito que conseguimos conquistar as pessoas. Foi uma grande experiência e de certa forma, isso nos motivou muito, pois as pessoas adoraram o show e os comentários posteriores foram melhores ainda. MC: Que bom, Aquiles, parabéns! Vamos falar agora de outra atividade sua. Durante 2006 e grande parte de 2007, você esteve com o projeto instrumental Freakeys, que contava ainda com Fábio Laguna e Eduardo Martinez (tecladista e guitarrista do Hangar, respectivamente) e Felipe Andreoli (baixista do Angra e Karma). Após um álbum e alguns shows, qual é a atual condição da banda? AP: A banda tem tocado sempre que é possível, mas música instrumental, no Brasil, não tem muito público. Mesmo assim, nos divertimos muito tocando outro tipo de música. Esse disco foi feito sem nenhuma intenção comercial. MC: Aquiles, vários fãs seus, usuários do Metal Clube, me pediram para fazer essa pergunta a você. Dentre as músicas do Angra e até do Hangar, quais são as que você considera mais difíceis de tocar e quais as que você mais se orgulha do arranjo de bateria criado? AP: Do Hangar, são muitas, mas as mais difíceis são: The Reason of your Conviction, Hastiness, Forgotten Pictures, Captivity, No Command, Living in Trouble e Inside your Soul. Do Angra, tem a Spread your Fire, Winds of Destination, Temple of Hate e Angels and Demons. Do Freakeys, todas são muito difíceis e para ser sincero, a Gallamawhat é a música mais difícil que toco. Quanto ao meu melhor arranjo de bateria, além da própria Gallamawhat, do Freakeys, considero The Reason of your Conviction, Captivity e Hastiness, do Hangar. Essas eu considero minhas grandes obras primas no quesito arranjo de bateria. MC: Eloy Casagrande, seu aluno de bateria, atualmente faz parte da banda de André Matos. Como você analisa essa evolução precoce e o que você acha dele, mesmo com apenas 16 anos, compor uma banda de Metal que excursiona todo o país e alguns lugares do mundo? AP: O Elóy é muito dedicado e desde o começo eu percebi que dar aulas para ele seria diferente. A determinação dele sempre foi seu grande diferencial. Tenho certeza que ele elevará os níveis musicais e técnicos da bateria do Brasil. Além disso, ele é uma pessoa muito humilde, tem um grande coração e muito caráter. E o mais importante disso tudo, é que ele não se acha melhor que ninguém e ainda continua estudando... Com esse talento e dedicação que ele tem alguém dúvida o que espera por ele no futuro? Eu não... MC: Aquiles, agora lhe faço uma pergunta inevitável e que intriga muitas pessoas, sejam elas fãs da banda ou não: qual é a real situação do Angra? AP: Desculpe desapontar vocês, mas não sei nada sobre o Angra. Todas as decisões sobre o futuro da banda estão sendo tomadas por outras pessoas e eu não faço parte dessa comissão. Há muito tempo não participo das reuniões da banda. Estou finalizando minha biografia que será lançada em livro ainda esse ano e vou começar a postar algumas partes no meu site totalmente reformulado, que entra no ar até o final de janeiro. Tem muitas coisas que eu acho que os fãs precisam saber sobre a banda e não vou me omitir, vou relatar as coisas sobre a minha vida da forma mais clara possível e o Angra está inserido nisso. Vou relatar os fatos e comprovar a veracidade de tudo com a reprodução de fotos e e-mails da época. Será um material muito rico em detalhes. MC: Como sempre, Aquiles, você foi extremamente atencioso e prestativo conosco. Muito obrigado e muito sucesso a você, ao Hangar, Freakeys e todos os seus projetos futuros. Agora o espaço é seu para deixar uma mensagem aos seus fãs mineiros. AP: Em primeiro lugar quero agradecer ao Metal Clube pelo espaço cedido para a banda. Quero também agradecer muito a cada um de vocês por estarem sempre apoiando o Heavy Metal. Quero convidá-los a conhecer o novo disco da banda e também o Hangar ao vivo... Tenho certeza que vocês irão se surpreender. Fizemos um grande disco para vocês e agora queremos mostrá-lo ao vivo. Estamos fazendo isso por amor à música e isso vocês perceberão quando estivermos em cima do palco. It’s just the beginning...
Décimo Grishanckh
said:
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| É uma pena que isto esteja acontecendo com o Angra, eu amo a banda e amo os integrantes, assim como eu amo mto o aquiles.. não queria que isso terminasse assim. =/ Quero desejar muito sucesso ao Aquiles e que ele venha logo ao RS mostrar o novo e surpreendente show do Hangar! Tô ancioso para ver a biografia dele, tenho certeza que ela vai ser maravilhosa como o Inside My Drums e o Inside My Psychobook. Força ao Aquiles e força ao Hangar! Abraço! |

| A ENTREVISTA FOI OTIMA SÓ É PENA QUE ALGUMAS LOUCAS QUE SE DIZEM FANS NÃO ENTENDEAM A VERDADE,E SAIM POR AI FALANDO E DISTORCENDO AS COISAS QUE NÃO SABEM E SE INTITULANDO DONAS DA VERDADE.... AQUILES ESTOU COM VC! FORÇA ISSO É UM EXEMPLO QUE DEVERIA SER PUNIDO! http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=47546538 |

| realmente é uma pena o que está acontecendo com o angra no momento se ele sair, a banda talvez não vá mais pra frente, é uma ipótese que deve ser considerada por que é ele o baterista que trouxe o som violento e suingado, cheio de contratempos que caracterizou o novo angra sem ele os outros integrantes vão ter que ralar muito pra conseguir outro baterista como ele |

| é uma pena acabar tudo meio trágico com o angra....... mais pra mim o aquiles é um exemplo, e percebo sua decepção em não poder se expressar, talvez tenham inveja de tamanha pessoa e músico que é..... DEUS abençoe seus planos e que consiga-os realizar com o máximo de sucesso..... força AQUILES............. GOD BLESS |

| It’s just the beginning... |

| Sinceridade, profissionalismo e atenção, eu sabia que leria isto pois são características do Aquiles. Ótima entrevista e, só para reforçar, HANGAR RULESSSSS!!!! |

| Mtas coisas me decepcionaram aí!!! (Hangar RULES mesmo!!!!) |

| Pena que pareça que o angra ja naum ta muito legal,mas hangar he true!!! Aquiles e muito profissional e humilde!!! entaum vamos esperar pra ver!! |

| Muito boa a entrevista! Aquiles sempre surpreendendo! Hangar RULES!!!! |

| ótima entrevista! Aquiles surpreendeu nas suas respostas. parabéns ao Guilherme pela excelente entrevista. |

| Bom,o Hangar ta detonando..Espero q ele continue no Angra e que fique td bem com eles pq o Aquiles eh d+! Mesmo sabendo da fase ruim com o AngrA! |

| Parabens Hangar estão numa Otima fase.. |

| Tinha que ser o Fe pra falar de Shaman ahueahuaeh Bom.....essa entrevista me deixou meio chateada x) Que venha a biografia! |

| so mais shaman.... |

| So uma coisa a dizer: Hangar Rules!!!!!!!!! É apenas o começo... |

| Entrevista sincera... e esclarecedora. |

| So se for depois de mim priscilla!! hehe,,, se Deus quiser um dia eu ainda tenho todo o material publicado do Aquiles!! Eu faco das palavras da Michely minhas quanto o respeito e admiracao pelo Aquiles,, com essa entrevista ele prova que nao somente ele e um excelente baterista, mas tambem e uma pessoa simpatica, atenciosa e honesta!! E um exemplo a ser seguido em todos os aspectos!! e por isso sua legiao de fans cresce a cada dia! |

| A cada dia meu respeito e admiração pelo Aquiles só aumentam! Achei a entrevista direta, objetiva, sincera...não poderia esperar outra coisa vindo de uma pessoa como ele.Adorei cada palavra sobre o Hangar, que sem dúvida tá vindo com tudo!!! Resumindo:Ótima entrevista!!! |

| xiiiiiiiiii....depois desse "desabafo" do Aquiles aí, podem ter a certeza que,pelo menos ele, já num faz mais parte do Franga e que a banda tá ruindo mesmo!!O que é ótimo, pq aquilo lá já deixou de fazer coisa boa desde o "legalzinho" Rebirth!! Azar o deles e dos fâs daquela chatice virtuosa e sem inspiração que se transformou o Franga......lastimável.... |

| Acho que sou a pessoa mais ansiosa para ler esse livro todo!! Aquiles rulessssssssss! |
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