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Shows e Festivais
Andre Matos - BH/MG | Andre Matos - BH/MG |
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| Por Reynaldo Trombini e Barbara Rodrigues | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 06 de novembro de 2007 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Um dos grandes ícones do metal nacional retorna a BH, dessa vez em carreira solo para divulgar o álbum “Time to be free”. O evento que ainda contou com as bandas Silvercrow, Mindflow e Pleiades atraiu um bom público, mostrou boas performances ao vivo e algumas gratas surpresas. Conforme divulgado nos flyers e até mesmo no próprio ingresso a abertura dos portões estava marcada para 20 hs. Mas para infelicidade de quem chegou cedo o horário não foi cumprido, obrigando o público que já estava a bastante tempo na fila, esperar um pouco mais, o que gerou certa ansiedade e até mesmo boa dose de insatisfação por parte da galera. O fim da espera finalmente aconteceu com 1h de atraso, os portões se abrem e a fila que ia crescendo cada vez mais começa a andar e aos poucos o público de BH foi tomando conta das dependências do Armazzém 841. Mesmo com um grande atraso a entrada foi tranqüila e organizada. Para dar início a uma noite que tinha tudo para ser especial, por volta de 21:20 sobe ao palco a banda responsável por abrir o evento, trata-se dos belo-horizontinos do Silvercrow. O grupo que vem crescendo cada dia mais, aproveitou bem a oportunidade de se apresentar em um evento de grande porte e trouxe no set-list as músicas de seu disco que leva o nome da banda - "Silvercrow", além de novas composições e um cover que caiu nas graças do público. Ao som de uma bela introdução, sobem ao palco Daniel Santos (vocal), Bruno Arantes (baixo), André Milagres (guitarra), Paulo Henrique (guitarra), Fábio Augusto (teclado) e Joanes Junior (bateria). Mesmo com algumas pessoas ainda do lado de fora do Armazzém, a banda abre o show com a canção “Flames of Dargath” que integra o primeiro disco do grupo. Logo já se notava muita disposição e uma composição que soa muito bem ao vivo. Seqüenciando a apresentação surge “Lifes is a Dream”, mais uma do trabalho oficial da banda, dessa vez trata-se de uma canção mais pesada que a anterior e muitas influências de nomes já conhecidos do Metal melódico mundial, além de boas participações do tecladista Fábio Augusto. A banda se destaca por mostrar muito entrosamento e bastante liberdade sob o palco, além de bons momentos de interação com o público, que em sua maioria permanecia estático apenas se limitando a acompanhar a performance dos membros à frente de seus instrumentos, talvez por não conhecer a fundo o trabalho do Silvercrow ou talvez pudessem estar guardando as energias para a atração principal. Um dos grandes momentos do show e responsável por animar um pouco mais o público foi a execução de “Circle Minds”, uma das mais completas faixas do disco “Silvercrow”. O vocalista Daniel Santos mostra bom desempenho ao vivo, tem características próprias e é muito importante para a atual sonoridade proposta pelo sexteto mineiro. Toda a velocidade e peso apresentada em “Circle Minds” também pode ser conferida em composições que ainda não foram lançadas oficialmente, uma delas é a música “Silvercrow”, que ao vivo tem grandes momentos e características já vistas em outras faixas do grupo.Os guitarristas Paulo e André se destacam bastante em termos de criatividade e talento, com bons solos e bases que relembram o mais puro Heavy Metal. O baixista Bruno Arantes também não fica para tráz e cumpre bem seu papel. A apresentação do Silvercrow parecia chegar ao fim, quando por volta de 10: 30 da noite surge a conhecida “Reach Out the Light” do Avantasia, um dos grandes momentos do show. A famosa música que leva as vozes de Tobias Sammet em sua versão original, surgiu de forma proveitosa, animou um pouco mais o público e finalizou com estilo a apresentação do Silvercrow. O sexteto mostrou personalidade, encarou de frente a responsabilidade e dificuldade de ser a primeira banda do evento, saiu de cabeça erguida e com o ar de dever cumprido. Para finalizar algumas palhetas e baquetas foram arremessadas a platéia e em questão de minutos todos deixavam o palco. Chega a vez da banda paulista Mindflow se apresentar. Composta por Danilo Hebert (Vocal), Rodrigo Hidalgo (Guitarra), Ricardo Winandy (Baixo), Rafael Pensado (Batera) e Miguel Spada (Teclado), o grupo se apresenta pela terceira vez em BH após passagem pela cidade de Itaúna/MG. Às 23:05 embalados por uma bela composição de luzes e letreiros luminosos os músicos dão início ao show executando “Meeting Her Eyes”, 2ª faixa do álbum “Just the two of us... me and them” que viria seguida por “Upload – Spirit”, canção mais agressiva com toques de melodias orientais ao contrário da próxima “Invible Messages” que apesar dos agudos é calma e soa introspectiva. O som progressivo do Mindflow por muitas vezes chegou a esfriar um pouco o animo da galera que em várias ocasiões se notava praticamente calada. Se durante toda a apresentação o público procurava algo mais, eis que surge um clássico do metal mundial para novamente levantar o Armazzém. A pedido do público aparece “Perry Mason”, cover do “pai do rock” Ozzy Osbourne, sem dúvidas o momento mais animado do show. Todos cantavam e o vocalista Danilo demonstrava as nuances de sua extensão vocal, que unidas com o bom desempenho do restante da banda fizeram “Perry Mason” se destacar. A canção seguinte “Just Water, You Navigate” do segundo álbum “Mind Over Body” tem um estilo bastante progressivo e assinala presença com pleno vigor na execução de riffs de guitarra marcantes bem compassados aos demais instrumentos, comprovando uma boa performance ao vivo, recheada de técnica e muita melodia. Para finalizar o show a escolhida é “Crossing Enemy’s Line”, um canção pouco agressiva e enérgica que fechou com classe a apresentação dos paulistas, que após alguns agradecimento prometeram retornar mais vezes à capital mineira. Ao término da segunda atração já se notava um público com um leve sinal de cansaço, mas não menos interessado em acompanhar o restante do evento. A terceira atração já é bem conhecida dos mineiros e tem um currículo invejável, recheado de grandes eventos e abertura para bandas mundialmente conhecidas como Deep Purple , Sepultura e Dr. Sin por exemplo. Trata-se da banda de garotos Pleiades, um dos nomes mais fortes atualmente em MG, tendo em vista a série de apresentações que o grupo já fez esse ano. Já na madrugada de domingo sobe ao palco a banda formada por Cynthia Mara (vocal), André (bateria), André Mendonça (guitarra) e Marcos Garcia (baixo). O grupo estava comemorando dois anos de existência e prometia grandes novidades na apresentação. Quem já acompanhou o Pleiades em uma apresentação ao vivo já poderia imaginar o que estava pela frente. Mais uma vez a banda se mostra tranqüila no palco, interage muito com o público e esbanja qualidade em suas faixas se levarmos em conta a idade dos garotos que varia entre 11 e 18 anos.A banda já chega mostrando novidades e abre o show com “Tell me”. Uma nova faixa que prendeu bastante a atenção do público, ainda mais para aqueles que ainda não conheciam o trabalho do grupo. Alguns covers também não são novidades nas apresentações do Pleiades e na noite do dia 3 não foi diferente. “Master of Puppets”, clássico do Metallica aparece e deixa o Armazzém literalmente “pegando fogo”, tamanha disposição dos garotos. Um diferencial que valorizou ainda mais a homenagem ao Metallica ficou por conta do baixista Marcos Garcia que também faz belos arranjos no teclado. Mas para comprovar que o Pleiades não vive só de covers e tem boa criatividade na hora de compor, o quarteto não perde a chance e despeja em seqüência três canções próprias. A primeira é “Nobody buys me earing”. Uma boa composição, com boas linhas de baixo, além de muito peso. Outro fato corriqueiro nas apresentações do Pleiades é a execução de ”Freedom”, uma homenagem ao garoto Pedro Augusto, que ficou por meses desaparecido e após algum tempo foi encontrado morto. Um dos grandes momentos do show, a canção manteve o público atento a cada nota executada, tornando aquela homenagem um momento especial. Na seqüência uma grata surpresa, “Black Night” do Deep Purple levanta mais uma vez o público quase que em sua maioria. O baterista André esbanja qualidade e presença em vários momentos. Em “Black Night” a garotada parece ter o público nas mãos proporcionando muita agitação. Para relembrar o passado a banda executa uma das canções mais importantes de sua carreira, trata-se de “Mesmo que seja normal”. Música cantada em português e responsável pela conquista do grupo em um concurso de bandas jovens realizado em Londres e com a participação de 1.100 bandas inscritas. Após quase 1 hora de apresentação, o fechamento não poderia ser em melhor estilo. A canção “Run tho the Hills” do Iron Maiden foi mais uma que incendiou o público que até então nunca esteve tão vibrante. Mais uma vez a garotada do Pleiades mostrou suas qualidades não sentindo a responsabilidade e deu um show a parte. Cynthia mais uma vez fez questão de agradecer ao Metal Clube e todo o público presente, que parece em boa parte ter aprovado a terceira atração do evento. Após a saída dos integrantes, rapidamente o palco era ajustado para a atração principal, o vocalista Andre Matos. Pouco depois da apresentação do Pleiades já se notava um público bem mais próximo ao palco com o objetivo de não perder nenhum momento de mais uma apresentação de Andre em terras mineiras. Foram longos 35 minutos de espera para que exatamente 2 da madrugada começa-se a apresentação mais esperada de toda a noite. Já se ouvia os gritos de “André! André!” vindo do público que parecia muito animado para acompanhar a banda formada por Andre Matos (vocal), Luis Mariutti (baixo), Hugo Mariutti (baixo), André Hernandez (guitarra), Eloy Casagrande (bateria) e Fábio Ribeiro (teclado). Uma formação que já possui alguns membros conhecidos como os irmãos Mariutti que acompanham André desde a época do Shaman. A introdução intitulada de “Menuett” logo gerou bastante euforia no público presente que aguardava atentamente a entrada de Andre e sua banda. Pouco a pouco cada integrante ia tomando seu lugar quando se inicia a canção “Letting go”, responsável por abrir a apresentação. Uma das novas músicas do novo trabalho, que ao vivo fica ainda melhor, com bastante peso e um Eloy simplesmente impecável na bateria. Quem imaginava um set-list baseado apenas no álbum “Time to be free” se enganou. A segunda canção executada foi um dos grandes clássico do Shaman, aos primeiros acordes de “Distant Thunder” já se via um público entregue e muito animado, cantando praticamente todos os versos vindos de Andre Matos, que logo em seguida fez questão de agradecer a presença do público que o aplaudiu com muita euforia. Após anunciar a terceira música da apresentação, surge “Rio”. Um das melhores músicas do novo trabalho, André esbanja carisma e Eloy mais uma vez surpreende o público em sua totalidade, trata-se de um baterista virtuoso e agressivo. O jovem por incrível que pareça acrescenta e muito na sonoridade da banda e não fica em segundo plano mesmo tocando ao lado de músicos já renomados do cenário nacional. Outro membro que também se destaca muito em cima do palco é o guitarrista André Hernandez que por muitas vezes parece ser o front-man oficial dessa nova formação. Tal fato é comprovado na canção seguinte, uma ótima lembrança de Andre Matos no Angra, “Angels Cry” é um dos grandes momentos do show, e comprova que o vocalista tem um público fiel durante toda sua carreira. Para dar seqüência a canções do passado surge a belíssima “Living for the Night” do Viper, primeira banda de Andre. Tal música comprovou que o set-list daquela noite seria recheado de grandes atrações. “Living for the Night” ganhou muito peso nas mãos dos guitarristas Hugo e André. E por falar na dupla, ambos tiveram chance de mostrar sua competência ao executarem um solo enquanto o restante da banda deixava o palco após “Living for the Night”. Primeiramente André Hernandez surge com um solo extremamente rápido que logo é aplaudido pelo público. Em questão de minutos surge Hugo Mariutti para acompanhar André. Hugo acrescenta ao solo uma base cavalgada, que rapidamente caiu nas graças da galera. O restante da banda retorna e a apresentação continua. O álbum “Time to be Free” é deixado de lado e surge uma seqüência de músicas consideravelmente importantes na carreira de Andre. Trata-se de “Nothing to Say”, a clássica “Fairy Tale” e “Lisbon” do Angra. Uma seqüência que animou ainda mais o público que parece ter esquecido de todo o cansaço que vinha tomando conta da galera, tendo em vista que três bandas já haviam se apresentado, além do forte calor que assolava BH. Em “Fairy Tale” André assume a introdução dos teclados e interage com o público que acompanha a bela composição com palmas, conforme solicitado pelo vocalista. Em “Lisbon” não foi diferente, trata-se de umas das melhores canções do Angra e que parece não deixará de acompanhar qualquer que seja a fase de André Matos. Outro fato positivo, mais uma vez o baterista Eloy surpreende e deixa de queixo caído quem ainda não conhecia o trabalho do garoto. Após “Lisbon” a banda se retira do palco e em questão de minutos já se ouviam os gritos de “André! André!”. Mas quem surge é Eloy, que executa um solo para confirmar que toda técnica e versatilidade apresentadas foram quesitos importantíssimos para a escolha ao entrar na banda. Variações rítmicas e momentos mais velozes compuseram o solo. Eloy não deixou de agradecer jogando as baquetas para a galera, um dos grandes momentos do show. Nenhum fã de André Matos imagina uma apresentação ao vivo sem “Carry On”. Para não quebrar a tradição surge a introdução “Unfinished Allegro”, que logo é seguida pela potente participação das guitarras nessa antiga canção do Angra. Mais uma música que deixou o público eufórico e também serviu para mostrar o incrível entrosamento que o sexteto possui. Com quase 1 hora e meia de apresentação é a vez de “How Long”, que é a quinta faixa de “Time to be Free” fechar a apresentação. Em seguida os membros se abraçaram e agradeceram todo o público mineiro. Grandes clássicos, novas músicas e gratas surpresas, além de um público animado em todo o show. Andre Matos marca com estilo sua volta e tem uma banda de peso para acompanhá-lo. A apresentação em BH só confirma que o músico ainda tem muito para mostrar e firmar cada vez mais o posto de um dos grandes nomes do Metal Nacional. O público mineiro agradece e espera novas apresentações por aqui. Set-list Andre Matos: 1- Menuet/Letting Go 2- Distant Thunder 3- Rio 4- Angels Cry 5- Living For the Night - André Hernandes Solo - 6- Craze Me? 7- Nothing to Say 8- Fairy Tale 9- Lisbon - Eloy Casagrande Solo - 10- Separate Ways 11- Unfinnished Allegro / Carry On 12- How Long
The Man
said:
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| Isto não é uma resenha, Muito cansativo! Extenso demais! |

| Estes caras do SilverCrow estão cada dia melhor, com muita presença e uma pegada sensacional! Eu acompanha a banda já faz algum tempo e eles tocam metal de primeira o André Matos detonou como sempre, foi excelente!!! Já o Mindflow tem que descer do salto. melhorar a presença de palco e deixar de ser estrela. |

| A única banda de abertura q prestou, foi o Mindflow. As outras duas bandas, grandes porcarias(têm q ralar muito ainda). |

| A questão de gostar ou não de Mindflow é entender o conceito, que é fantástico. E o show, a se desconsiderar o atraso e a apresentação da Pleiades, foi muito bom. |

| Nossa, mas a galera reclama demais. E reclama de tudo! Fala que tem erro na resenha mas escreve errado no comentario! Que isso! Nunca estao satisfeitos! A resenha tá perfeita, os autores foram extremamente detalistas e foram fieis aos acontecimentos do show! O show foi muito bom! Mais uma vez o Andre fez uma bela apresentaçao..As bandas de abertura no geral foram boas! Parabéns ao site, pq se nao fose a cobertura de vcs, ctz ninguém teria a oportunidade de relembrar momentos inesqueciveis do show escrito na resenha! |

| O Show do André foi perfeito. A organização péssima e as bandas de abertura horríveis. |

| Resenha cheia de erros de portugues... Vamos prestar mais atençao! Os escritores precisam ficar atentos a isso! Mas adorei o Show! Gostei das bandas menos MINDFLOW! E ao contrario que diz a resenha em nenhuma parte a banda mindflow agitou o publico! vlw! |

| Sem dúvida,pra mim,a Silvercrow foi a melhor banda de abertura ! Que me desculpem os que gostam mas Pleiades foi ruim demais,tá doido !!! O show do André Matos foi bom demais.Só posso querer que voltem logo a BH,puta banda que ele formou !Eloy toca demaaaaais,quequéaquilo ! Boa a resenha ! |

| O show do Andre foi bom demais! Mas eu, particularmente, achei as bandas de abertura uma pior que a outra! Silvercrow tava legalzinho. Mindflow eu achei muito viagem, acho que nenhuma musica tinha um refrão. E Pleiades, façam um favor ao mundo: saiam dele! A demora foi grande demais, o show do Andre foi só as 2h, mas valeu a pena esperar (por ele, não pelas outras) |

| o show foi ótimo! as bandas de abertura foram ótimas! as fotos ficaram ótimas também, mas os errinhos de português nessa resenha tão complocados... merecia uma revisão antes de ser postada, não? Abraços |

| Opa ! Silvercrow foi de longe a melhor banda de abertura do show ! E que me desculpem os que gostam,mas Pleiades foi ruim demais,tá doido !! André Matos foi tudo de bom,*** banda que ele formou !!!!! o/ Elóy toca demaaaais,*** !!!! Só posso desejar boa sorte e sucesso e que retornem,realmente,logo a BH ! |

| gostei mt da pleiades e do silvercrow,foram belas novidades para mim ,mas o mindflow decepcionou mt, esperava mais deles...nem preciso falar mt do andré matos e banda,foram simplesmente maravilhosos!!! |

| Eu fiz um hiper comentario sobre o show mas a Net deu pau ¬¬ aff... Só queria dizer que esse show foi mto foda!! abraços ao povo ae valeu Barbara!! |

| Excelente "review", dando o devido valor também às bandas de abertura. Só poderiam tomar um pouco mais de cuidado na hora da revisão, pois o Metal Clube já vem alcançando destaque além das fronteiras de Minas, e erros como: "assumi" e "alto intitulado", entre outras escorregadas ( como o uso inadequado de crases e vírgulas), pode tirar um pouco do brilho do trabalho excelente realizado pelo site ! |

| Que banda banda ruim essa MINDFLOW! mas as outras foram muito boas..... pena que o andre nao deu autografos.. |

| gostei nao.. muito desorganizado... atrazo para abertura portoes mais uma vez show em armazzem, que é um lixo! Banda orriveis de abertura! o que salvou foi o andre matos! |

| showwwwwwww perfeitoooo!! sai na fotoooo!!! vlw galera metal clube! peguei aqui a foto! |

| showwwww muitooo fodaaa!! tudo perfeito.. Saii na foto. até peguei aqui no site! vlw metal clube! gostei da banda MINDFLOW tb! eu nunca tinha visto.. queria saber mais dela tb! podiam colocar mais coisas mesmo a respeito da banda.. |

| SHOW EXCELENTE!! ANDRE MATOS MAIS UMA VEZ SE SUPERANDO! GOSTEI MUITO DAS BANDAS DE ABERTURA, NA COBERTURA DEVERIAM TER FALADO MAIS DA BANDA MINDFLOW, ERA UMA BANDA NAO MUITO CONHECIDA NO CENARIO MINEIRO..ESPERAVA ENCONTRAR MAIS INFORMAÇOES DA BANDA NA RESENHA, FICOU VAGO! FALARAM MUITO DO PLAIADES QUE POR SINAL ERA A UNICA BANDA QUE NAO TINHA NADA AVE COM O EVENTO, MAS FIZERAM UMA BELA APRESENTACAO... SILVERCROW REALMENTE É FODA DEMAIS! A MELHOR BANDA DE ABERTURA NA MINHA OPINIAO! NAO SAI NA FOTO DO METAL CLUBE DE NOVO... MAS TA VALENDO! VIDA LONGA A ANDRE MATOS! SHOW PERFEITO! |

| O show foi phodástico! XD Td perfect! Bah, dear bjos! |
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