| Iron Maiden - Brave New World |
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| Por Reynaldo Trombini | |||||||||||||||||||||||||
| 21 de outubro de 2007 | |||||||||||||||||||||||||
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Há quem diga que o Iron Maiden nunca mais foi o mesmo após a volta do
vocalista Bruce Dickinson. O álbum que marcou esse retorno é o famoso “Brave New World”, o 12º segundo álbum de estúdio da mundialmente conhecida discografia do Iron Maiden.
Lançado em 2000, o trabalho era aguardado com muita expectativa pelos fiéis fãs, que em sua grande maioria não aprovou a fase anterior, composta pelo vocalista Blaze Bayley, que resultou em dois álbuns, o contestado “The X-Factor” e o esquecido “Virtual XI”, lançados em anos anteriores. A formação responsável pela gravação de “Brave New World” é a mesma de hoje em dia, e conta com Bruce Dickinson (vocal), Dave Murray (guitarra), Janick Gers (guitarra), Adrian Smith (guitarra), Steve Harris (baixo) e Nicko McBrain (bateria). A primeira música do trabalho é umas das principais do álbum, trata-se de “Wicker Man” que surge com um riff que surpreende, tem um belo refrão acompanhado de pedais duplos vindo de Nicko McBrain, além de solos já característicos de trabalhos passados do Iron Maiden. Uma boa faixa, versátil e moderna, comprovando que a volta de Bruce Dickinson foi a melhor escolha para o futuro do grupo. Na segunda canção do álbum, intitulada de “The Ghost of the Navigator” podemos notar alguns diferenciais em relação a trabalhos passados. Uma faixa mais cadenciada, com boa melodia, boa marcação do baixo de Steve Harris e destaque total para o trio de guitarristas Dave, Janick e Adrian Smith, que esbanjam qualidade nessa faixa, com solos que nada ficam para trás se compararmos com alguns anos anteriores. Já há algumas décadas Bruce Dickinson é mencionado como um dos melhores vocalistas do gênero, e em “Brave New World” tal fato é comprovado. A terceira faixa do disco é altamente técnica, tem variações que mesclam melodia e peso e uma excelente participação de Bruce, que se destaca principalmente no refrão, dessa que é a terceira composição do trabalho. “Blood Brothers” aparece com características da faixa anterior, tem um belo refrão e um fato que não é novidade para quem acompanha a carreira do Iron Maiden, o baixo de Steve Harris, que aparece com muita força nessa composição, que aliadas ao bom trabalho do trio de guitarras, fez com que “Blood Brothers” se torne uma faixa marcante em todo o trabalho, mesmo não tendo o mesmo peso e rapidez de alguns antigos clássicos do grupo. Toda a técnica das duas faixas anteriores agora cede lugar a potente “The Mercenary”, que tem um início fulminante, relembrando antigos trabalhos. O baterista Nicko McBrain merece destaque nessa faixa, que além de ser uma das mais pesadas do álbum, tem um solo excelente. Uma música que se fosse mais aproveitada poderia estar entre os grandes clássicos da carreira da banda, guardada as devidas proporções. A sexta faixa é “Dream of Mirrors” e segue o mesmo padrão das faixas anteriores. Boa participação dos guitarristas e presença firme de Bruce Dickinson, além de bases cavalgadas e uma bateria impecável, mostrando a força de Nicko Mcbrain, um dos destaques de “Brave New World”. A sétima faixa tem exatos 4 minutos de puro heavy metal, trata-se de “Fallen Angel”. Uma faixa que possui bastante peso e rapidez, características já evidentes em outras oportunidades. Uma composição que ajudou a manter o bom nível de “Brave New World”, que segue com “The Nomad”, umas das faixas mais técnicas do álbum com diferenciais dificilmente vistos no Iron Maiden. Bases quebradas, riffs interessantes e momentos mais cadenciados, tornando “The Nomad” um atrativo a mais no trabalho do Iron Maiden. A penúltima faixa é "Out of the Silent Planet", tem um início leve e moderno, que em questão de minutos cede lugar a uma base bem executada e criativa, e um refrão marcante. Uma faixa que passaria despercebido a um fã a espera de mais novidades, a nona faixa do álbum nada mais é do que a continuação da sonoridade proposta em “Brave New World”, que tem como canção final "The Thin Line Between Love and Hate", que a exemplo de todo restante do trabalho, tem um certo grau de criatividade e em alguns momentos boa dose de ousadia e novos experimentos.Não há dúvidas que a fase inicial do Iron Maiden é insubstituível. Álbuns clássicos como “The Number of the Beast”, “Fear of the Dark” e “Powerslave” são unanimidades entre os fãs, mas se analisarmos “Brave New World” pelo lado positivo, podemos notar uma banda ainda qualificada, talvez um pouco menos criativa do que em décadas passadas. “Brave New World” marcou bem a volta de Bruce Dickinson ao Iron Maiden, tornando o trabalho um dos mais qualificados após tal retorno. Iron Maiden - Brave New World (2000)
EMI Records
01. "The Wicker Man" - 02. "Ghost of the Navigator" - 03. "Brave New World" - 04. "Blood Brothers" - 05. "The Mercenary" - 06. "Dream of Mirrors" - 07. "The Fallen Angel" - 08. "The Nomad” - 09. "Out of the Silent Planet" - 10. "The Thin Line Between Love and Hate" -
Média: 28 pontos | 60%
Pontuação: 39 Pontos | 78%
Avaliação final: Bom
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Rafael Carneiro
said:
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| Sou fã do Iron Maiden da epoca classica que vai de 80 a 88 89. Mas este album eu aguardei com muita espectativa!!! Pois seria uma volta que não imaginaria que fosse acontecer e me mostrou como é ótimo!!! Foi como uma volta aos anos 80 por sinal. Nota: 9 |

| Nuss escrevi mt errado mas é pq to cm pressa..mas da pra entender...flws |

| Tá certo q ñ dá pra substituir o Bruce mas o Blaze pra mim é um ótimo vocalista...acredito ao meu ver q os dois aulbuns q o iron lançou cm ele forão de certa forma bons...em 2000 o próprio blaze lançou um albúm chamado Silicon Messiah...album mt bom msm...dito por mtos como um algum clássico do heavy...bom..essa é minha opnião... |

| Brave New World é um ótimo álbum, superando os ateriores, que no meu ponto de vista foram muitos fracos (No Prayer for the Dying (o mais fraco com o Bruce, criatividade zero), Fear of the Dark (Apenas ilusão, Épico? Onde?), The X Factor (Blaze disse tudo, ninguém pode substituir o Bruce), Virtual XI (Meu Deus! Onde eles queriam chegar? Que porcaria)). Não digo que o Iron estava num momento brilhante neste álbum (me refiro ao Brave New World), pois superar seus Golden Years (1982-1988) seria muito difícil. Mas com certeza ficaram renovados, revigorados, afinal estavam quase próximo ao poço. |

| eu so fan do tron maiden |

| melhor que iron meiden só meiden dinovo |

| muito massa as musicas do iron meiden |

| cada album do iron maiden tem sua importancia,brave new world pra mim e classico,o que dizer de uma banda que passou todas essas modas de grunge de new metal e continua lotando estadios, nao precisa falar mais nada. |

| " a cara pra mim sem duvidas esse ai é um dos melhores albums do Iron, tanto sonoricamente quando pela criatividade.. acho que supera ate o Epico Fear of the Dark minha humilde opinião |

| Bem acho nao concordo muito com as avaliaçoes das músicas.. É obvio que a faixa 06. "Dream of Mirrors" e a faixa 07. "The Fallen Angel" merecem 5 estrelas! Essas sao as músicas mais trabalhadas em termos tecnicos do Cd.. é só pesquisar que verá! Mas a respeito das analises feitas sobre as músicas.. até que ficou boa.. Mas as avaliaçoes das faixas deveriam ser refeitas! |

| Na fase, um tanto quanto, diria, pouco vibrante da banda nos tempos do esforçado Blaze Bayley, "Brave New World" conduz aos fãs do Iron para futuras grandes expectativas. Sem dúvida não podemos dizer que foi ou é um álbum digno dos clássicos de outrora, mas os tempos são outros e os músicos já buscam um certo diferencial nas músicas, deste, que trouxe, muito mais qualidade que seu antecessor... |