Entrevistas
Guilherme e Felipe - Mindborn | Guilherme e Felipe - Mindborn |
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| Por Reynaldo Trombini | |||||||||||
| 07 de outubro de 2007 | |||||||||||
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Formado em 2007 na cidade de Florianópolis, o Mindborn é uma das
mais atuais revelações do heavy metal nacional. O grupo natural de
Santa Catarina conta com Guilherme Ferreira (baixo e vocal), Felipe
Broering (bateria), André Muller (vocal e guitarra), Daniel Carvalho
(guitarra) e Marcelo Rosa (guitarra).
O quinteto já tem uma longa experiência, tendo em vista que todos os membros atuais são remanescentes do metal catarinense. O Metal Clube conversou com o baixista Guilherme Ferreira e com o baterista Felipe Broering, a dupla nos conta detalhes do surgimento da banda, dentre outras novidades.
Metal Clube – Antes de qualquer coisa gostaríamos de agradecer ao Mindborn por essa oportunidade. Guilherme - Nós é que agradecemos pelo espaço que o Metal Clube está cedendo não só para a Mindborn, mas também para todas as bandas do circuito underground brasileiro. Felipe – É muito importante para o underground brasileiro sites como o Metal Clube! Obrigado mesmo. Metal Clube - Conte-nos um pouco sobre o surgimento da banda.
Guilherme – A banda começou meio que como um projeto, eu acho. Eu e o Felipe tínhamos nossas bandas fixas, e num bate papo decidimos montar um projeto seguindo essa linha mais moderna.
Felipe – É verdade, um ano antes a gente já havia combinado de fazer esse projeto, mas como estávamos bem ocupados com nossas outras bandas a idéia foi adiada. Bem na virada de 2006 pra 2007, a gente retomou a idéia do projeto. Deu tão certo que virou banda e hoje a gente se dedica exclusivamente a ela.
Metal Clube – Com menos de um ano de estrada, o Mindborn lançou recentemente seu primeiro trabalho oficial, trata-se de uma CD-Single com duas canções, intitulada de “Born Again”. Um trabalho que mostra muita qualidade e um certo grau de profissionalismo. Qual o principal fator responsável pelo belo nível alcançado em “Born Again”?
Guilherme – Bom, acho que foi um trabalho duro de todos nós da banda. Eu e o Felipe produzimos o single, e fomos bastante chatos mesmo, nós somos chatos, e perfeccionistas também (rsrs). Gastamos quase o mesmo tempo de gravação na mixagem e na master, só ajustando os detalhes. O RVB Estúdios, onde gravamos, também ajudou muito, foi um fator crucial para as músicas ficarem neste nível, os equipamentos do estúdio ajudaram bastante.
Felipe – Dizer que somos chatos é refresco (rs). Além disso, como já tivemos outras bandas antes já tem um pouco de experiência do que funciona e o que não funciona. E isso tem se refletido no nosso “certo grau” de profissionalismo como você comentou, não começamos para ser mais uma banda, mas uma banda que se destaque. Metal Clube - O single contou com algumas participações especiais, como o guitarrista Deny Bonfante da banda “Perpetual Dreams”, e o vocalista da banda “L.A.D.Y.”, Eduardo Junckes, ambos da cidade de Blumenau. Conte-nos um pouco sobre essas participações e nos detalhe o que elas vieram a acrescentar de forma positiva no trabalho. Guilherme – Bom, o Deny é meu amigo de longa data, e também proprietário do estúdio onde gravamos o single. Foi legal a participação dele, o cara manda muito bem, ficou impressionante o solo que ele fez na introdução de “Drops of Hate”. Felipe – Quando gravamos a pré-produção da “Born Again”, gravamos os vocais de manhã bem cedo. O André estava com aquela voz bem grave de quem recém acordou (rs) e o resultado ficou muito bacana. Quando fomos gravar pra valer no RVB pensamos em chamar o Dudu da L.A.D.Y. O cara tem uma voz grave e ficou absurdamente bom! Metal Clube – O metal nacional tem acompanhado um surgimento de uma série de novas bandas, que a cada dia lutam por um espaço no mercado musical. Como vocês avaliam a atualidade do cenário nacional? Guilherme – Acho que tem muitas bandas boas, mas pouco espaço pra todas. O mercado metal em geral é complicado, é difícil você fazer sucesso e viver disso. Felipe – Bandas boas não faltam mesmo. O mercado já foi pior, de uns anos pra cá melhorou um pouco. O grande desafio é ter banda de metal no Brasil e concorrer com o mercado internacional. Os caras estão anos luz na frente, em termos de know how de produção. Metal Clube – O Mindborn tem conseguido vagas em grandes eventos. Já está confirmado no site oficial da banda a abertura para o Almah, além de apresentações fora do país. Qual a expectativa da banda em relação a essa maratona de shows? Guilherme – Estamos muito empolgados! Acho que essas oportunidades são nada mais que o reconhecimento do nosso trabalho. Apesar de precoce, creio que os promotores de evento já sacaram que não estamos para brincadeira, que estamos trabalhando duro, com seriedade e honestidade. Estamos correndo atrás mesmo, e acho que esses eventos já abriram e continuarão abrindo muitas portas pra Mindborn. Felipe – Nosso primeiro show foi no Rural Rock Festival, um dos maiores do sul do país e momentos antes da apresentação demos uma entrevista pra TV local de Florianópolis. As coisas realmente têm acontecido rápido, no entanto, é tudo fruto do nosso trabalho. Temos trabalhado arduamente na banda, pensamos nela como se fosse uma empresa. Em outubro vamos abrir o show do vocalista norte-americano Jeff Scott Soto e em dezembro fomos convidados para ser headliners do Orquídea Rock Festival, outro grande festival aqui do sul do país. Metal Clube – Ouvindo “Born Again” notamos uma sonoridade com boas características e bastante criatividade. O fato da banda ter menos de 1 ano na estrada parece não ter sido empecilho para o término da demo. Os atuais membros já possuem uma boa experiência, tal fato contribuiu muito para a qualidade de “Born Again”. Conte-nos a trajetória passada dos atuais membros e quais as principais influências do Mindborn. Guilherme – Uma coisa que percebemos em comum, além das influências musicais, foi a de pegar e fazer as coisas, colocar a mão na massa mesmo. Acho que por isso tudo está acontecendo tão rápido, nós compomos a músicas “Born Again” e a “Drops of Hate” muito rápido, e logo em seguida já gravamos e lançamos o single. Eu estou nessa de “banda” já faz uns 7 anos, já passei por várias bandas, dos mais variados estilos, prog, heavy, thrash, death, rock n` roll, jazz, pop, tudo que você imaginar. E acho que essas influências todas estão deixando nosso som inrotulável eu diria. Realmente, não sei o que somos (rs). Felipe – Eu também já toco em bandas há muito tempo, minha primeira foi formada em 1995, na época eu era baixista e a gente tocava cover de Beatles (rs). Depois passei por várias bandas de pop, rock, metal, gothic, etc. Em 2004 resolvi “chutar o balde” e virar baterista (rs). Essa nossa experiência em outros estilos fora do metal agregam muito na hora de compor e nos arranjos. Metal Clube – O Mindborn tem aparecido com muita força na mídia, conseguindo divulgar cada vez mais seu trabalho. A banda se considera satisfeita com o resultado obtido até hoje? Guilherme – Sim, estamos surpresos com a repercussão do single! Está tudo acontecendo muito rápido, shows, entrevistas, viagens, está bem legal mesmo. Para uma banda com menos de um ano de vida, é gratificante e maravilhoso tocar ao lado de nomes consagrados como Almah e Jeff Scott Soto, ser headliner de um dos maiores festivais do sul do Brasil (Orquídea Rock Festival) e participar de tantos outros como o Rural Rock fest, o River Rock Festival, o Steel Festival, etc. Felipe – Realmente não temos do que reclamar. É muito bom saber que o pessoal têm gostado do nosso trabalho, muito gratificante mesmo. Metal Clube – A banda está planejando um novo lançamento? O que o público pode esperar nesse novo trabalho? Guilherme – Em janeiro entramos em estúdio para iniciar as gravações do CD full lenght, ainda sem nome. Conterá 9 ou 10 faixas, estamos discutindo isso ainda. Acho que o público pode esperar algo pesado, agressivo, na linha do single “Born Again”. As novas composições estão com ótimas melodias, e acho que algumas músicas novas como “Searching for Dreams” e “A Vision of Hope” tem tudo pra emplacar, pois vem sendo extremamente elogiadas pelo público nos shows. Felipe – Aguardem surpresas (rs). No início a gente planejava lançar o CD logo de cara. Mas resolvemos gravar apenas duas músicas e já lançar rápido pro pessoal ir conhecendo. Mas desde janeiro desse ano estamos planejando e compondo o full-lenght. Pode ter certeza que vai ficar muito bacana, vamos iniciar a gravação da pré-produção do CD em dezembro e antes de entrarmos em estúdio vamos disponibilizar alguns trechos dessa pré no nosso site. O METAL CLUBE agradece a oportunidade e deseja sucesso ao Mindborn. Guilherme – Nós é que agradecemos a oportunidade Reynaldo, é um prazer imenso participar de uma seção do Metal Clube! Um abraço a toda a redação do site, e mais uma vez, muito obrigado! Felipe – Mais uma vez obrigado, muito bom estar compartilhando um pouco da gente com o Metal Clube! Parabéns pelo site! Site oficial: www.mindborn.com.br MySpace Mindborn: www.myspace.com/mindborn
Andre Tiquin
said:
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| puta merda os cara são fodaa!! |

| *** banda ***! Tem futuro esses caras! Gostei da camiseta do vocalista ali, do justiceiro kákáká *** somzera ** Comentário alterado por haver palavras de ofensas ou impróprias ** |

| Legal a banda ... cool |

| Esses guris vão muito longe mesmo... |
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