| CD: Dimmu Borgir - In Sorte Diaboli |
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| Por Diego Ferreira | |||||||||||
| 04 de maio de 2007 | |||||||||||
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É de fácil percepção o estima que o Black Metal Norueguês adiquiriu principalmente da década de 90 até os dias de hoje. E com certeza um dos responsáveis por essa abrangência é o Dimmu Borgir. Sendo inovadora e até mesmo extremamente ousada em alguns aspectos, a banda chegou num estágio de grande representatividade, trazendo enorme curiosidade e ansiedade diante de seu sétimo álbum de estúdio. Sem economizar nem um pouco em suas influências clássicas, dessa vez a novidade maior é a parte sinfônica das faixas. Teclados e sintetizadores deixados a parte, dessa vez o trabalho é todo da Orquestra de Praga. Outro ponto interessante é o fato de se tratar de um álbum conceitual, a história de um personagem na Europa Medieval, que trabalha como assistente de um padre e que aos poucos se descobre como um ser diferenciado, com poderes especiais e com uma vocação nenhum pouco cristã. Bem, deixemos de lado a parte teórica e viajemos pelas faixas. Começando por "The Serpentine Offering", uma introdução longa, atmosférica para uma entrada não tão empolgante. Basicamente uma sinopse do que pode ser verificado ao longo de todo o álbum, com algumas excessões. Logo após, desponta " The Chosen Legacy", uma boa música, já bem mais agressiva, mas sem a mesma energia e um tanto repetitiva. Outra coisa que também ficou no mínimo insatisfatório neste novo trabalho do Dimmu Borgir, foram as linhas vocais, o abuso de efeitos de eco nas parte limpas com I.C.S. Vortex e o excesso de equalização da voz de Shagrath, tirando a naturalidade na maioria das músicas. Algo como um álbum todo cantado como Puritania, que por sua vez soou inovador e diferente, mas já não obtém o mesmo resultado nas novas faixas. "The Conspiracy Unfolds", este é o nome da terceira faixa e talvez da mais fraca do álbum, e que apesar do começo marcante, o restante da música passa facilmente batido a um ouvido desatento. Uma base sem vigor algum e um solo bem discreto, talvez sejam os maiores pecados da música.Em " The Sacrilegious Scorn", quarta faixa do álbum, surge uma das melhores novidades, a marca registrada de Jan Axel BlomBerg(Hellhammer) e Simen Hestnæs (Vortex). Uma levada mais avantgarde, lembra muito o som feito pelos dois no Arcturus, mas com uma pitada de Dimmu Borgir nas guitarras e nas narrativas de Shagrath. Destaque especial para o solo de Mustis acompanhado por uma levada finalmente bem mais agitada e empolgante. Uma das melhores, senão a melhor do álbum. Depois da tormenta vem ao calmaria, em "The Fallen Arises", o retrato de um trabalho feito às pressas, uma música instrumental, basicamente focada no clima, na atmosfera ''black'', porém extensa e pouco objetiva, três minutos pra se perguntar o porquê da presença de tal faixa. Ainda mais antecendendo a excelente "The Sinister Awakening", talvez a música que lembre mais a nova fase do Dimmu Borgir, depois da entrada de Mustis e Galder, carente ainda de Nick Barker, mas satisfatóriamente criativa, cheia de riffs nervosos e alternando bem levadas mais rápidas e outra mais cadenciadas, com um refrão bem elaborado. E aí voltamos à primeira faixa. Não, não, qualquer semelhança é mera coincidência, é de "The Fundamental Alienation" que estamos falando, que de positivo mesmo só tem o retorno de trancas nas bases e de cavalgadas bem ao estilo Death Cult Armageddon. De resto é mais uma faixa sem uma sonoridade especial, somente mais uma faixa pra constar e encher lingüiça. Mas ainda há esperança! Na oitava faixa,"The Invaluable Darkness", mais uma boa pancada musical, mais um bom investimento em mesclar Avantgarde no jeito Dimmu Borgir de fazer música. E digamos que essa tenha sido a melhor experiência contida nesse novo trabalho, que chega à sua última faixa, "The Foreshadowing Furnace" clamando por mais capricho e um pouco mais de Black Metal nos próximos trabalhos da banda. Uma música muito boa, se comparada à algumas outras do álbum, mas muito abaixo das expectativas pra uma banda que faz "Um acordo com o Diabo" (tradução do nome do álbum) e diz trazer seu reflexo nesse trabalho. Tomara que estejam enganados, pois em se tratando de Dimmu Borgir, há com certeza coisas melhores no que se espelhar. Revisão: Cinthia Demaria Nota: 6,5 In Sorte Diaboli - Dimmu Borgir (2007) 1. The Serpentine Offering 2. The Chosen Legacy 3. The Conspiracy Unfolds 4. The Sacrilegious Scorn 5. The Fallen Arises 6. The Sinister Awakening 7. The Fundamental Alienation 8. The Invaluable Darkness 9. The Foreshadowing Furnace Site Oficial: http://dimmu-borgir.com
Alan
said:
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| Para min este album foi a gota, virou banda de viadim mesmo. que bom que não comprei :) |

| Essa resenha foi uma piada! |

| Parei de ler a resenha na quinta linha, motivo: o estúpido resenhista não sabe que a Orquestra de Praga gravou o Death Cult Armaggedon e não In Sorte Diaboli!!!!!!!!!!!Quem fez as orquestrações foi Mustis, o tecladista, todas com sintetizadores.... O cara nem sabia disso!!!!!!!!!!!!!!!! Não vale nem a pena ver a opinião desse infantil e superficial!!! Que piada!!!! Um site tão sério com um resenhista tão mal informado!!!!!!!!Lástima!!!!!!!!! |

| Curti muito o CD, os caras tocam muito, e o I.C.S. Vortex eh show |